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LA Lakers – Uma nova era

Joana Libertador · 1 min

LA Lakers – Uma nova era

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Cabeçalho modalidadesSem Kobe Bryant, com um novo técnico no comando – uma incógnita girava em volta da equipa de Los Angeles.

Uma equipa com novas ideias, novas figuras e sem uma estrela principal, mas a verdade é que, para surpresa de alguns, os Lakers arrancaram a temporada numa forma bem melhor que a da passada época. Não nos deixemos enganar pelo último resultado na Oracle Arena, neste momento com 8 derrotas e 8 vitórias, tendo já vencido equipas como Houston Rockets, OKC e Golden State, os rapazes de Los Angeles ocupam a sétima posição na tabela da conferência.

Sem Kobe para receber a bola, encestar e brilhar, os Lakers tiveram de se adaptar a uma nova realidade. Essa nova realidade chama-se jogo de equipa. Um coletivo que começa a funcionar. Um conjunto que começa a trabalhar. Uma máquina que arranca com o objetivo de não parar.

Uma nova geração pode dar alegrias aos Lakers Fonte: latimes.com
Uma nova geração pode dar alegrias aos Lakers
Fonte: latimes.com

Figuras como Nick Young (que decidiu o jogo contra os OKC), o jovem D’Angelo Russell, Louis William ou Randle (todos estes com uma média superior a 10 pontos por jogo) e ainda Mozgov ou Calderon têm mostrado aos seus adeptos do que são feitos e que estão prontos para lhes dar algumas alegrias. Estes homens, ao comando de Luke Walton, antigo adjunto de Steve Kerr, são capazes de fazer coisas bonitas.

Perspetivo um futuro risonho para estes antigos gigantes – talvez não este ano, talvez nem sequer para o próximo, mas em menos do que se espera. A história já lhes pertence e é o seu trabalho fazer com que o futuro lhes pertença também.

Nick Young faz o cesto que dá a vitória aos Lakers:
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Foto de capa: joshuaschnabel.sportsblog.com

Artigo revisto por: Francisca Carvalho

 

Joana Libertador

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Opinião

Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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