Última horaFC Porto prepara receção ao PSV na Champions League com apenas duas baixas
Publicidade

Olheiro BnR – Lorena Wiebes

José Baptista · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Uma das sensações da época de clássicas do paralelo de 2019 foi a jovem da Parkhotel Valkenburg, Lorena Wiebes, que, com apenas 20 anos, conseguiu estar por mais que uma vez ao nível das melhores do mundo.

Nesta temporada, três resultados destacam-se: a vitória na Nokere Koerse e os segundos lugares na Driedaagse Brugge-De Panne e na Gent-Wevelgem. Estas três provas tiveram duas coisas em comum: passagens por setores de paralelo e uma chegada ao sprint.

Analisemos primeiro a questão das chegadas em pelotão compacto. O seu histórico de resultados em exibições mostra que Lorena Wiebes tem tudo para ser o grande nome do sprint do futuro do ciclismo feminino.

A ponta de velocidade está lá, bem como as capacidades técnicas de colocação, mas, acima de tudo, impressiona a regularidade.

Tem sido hábito ver as sprinter femininas a apresentarem demasiada inconstância, muitas vezes incapazes de construir cadeias de resultados entre as primeiras. No entanto, esse não parece ser o caso de Wiebes, que se apresenta capaz de estar sempre na discussão. Deem-lhe um final em velocidade e ela estará sempre entre as melhores. E esta é uma das principais razões pela qual tanto de bom se augura para o futuro de Wiebes.

Vitória ao sprint no paralelo: Wiebes numa imagem
Fonte: Danilith Nokere Koerse

Por outro lado, há a questão de comprovadamente se dar bem em provas com pavé. Ora, nota-se que ainda lhe falta algo mais para provas com maior dureza, como a Ronde van Vlaanderen, mas há claramente potencial para se afirmar neste terreno.

Olhando para a sua (ainda tão curta) carreira, essa tem sido uma constante e, em provas onde as grandes dominadoras são ciclistas veteranas, tem o tempo do seu lado para se desenvolver nesse lado.

Na perspetiva deste autor, essa é a grande dúvida sobre o quão longe pode Lorena Wiebes subir no mundo do ciclismo. A holandesa tem tudo para ser uma das melhores sprinters – ou mesmo a melhor – da sua geração, mas será a capacidade que demonstrar para evoluir no paralelo e poder disputar outro tipo de provas que decidirá se conseguirá ascender ao patamar de uma das grandes do desporto.

Texto revisto por: Mariana Coelho

Foto de Capa: Parkhotel Valkenburg

José Baptista

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Luuk de Jong | O que poderia ter sido no Dragão sem lesões

A passagem de Luuk de Jong pelo FC Porto deixa uma sensação de que poderia ter sido muito mais marcante se as lesões não tivessem surgido pelo caminho. Apesar das dificuldades físicas que enfrentou, o avançado neerlandês demonstrou qualidades que justificavam a confiança depositada nele e que faziam acreditar num contributo importante para a equipa azul e branca. Luuk de Jong é um ponta de lança com características muito próprias. A sua capacidade de jogar de costas para a baliza, a força no jogo aéreo, o sentido de posicionamento e a eficácia na finalização fazem dele um avançado capaz de resolver jogos e oferecer soluções diferentes no ataque. Num clube como o FC Porto, habituado a lutar por títulos e a competir ao mais alto nível, estas qualidades poderiam ter sido fundamentais, sobretudo nos momentos em que a equipa precisava de alguém capaz de transformar cruzamentos e oportunidades em golos.

Miguel Costa · 2 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.