Levantar e seguir em frente

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A noite não correu da forma como André Fialho esperava. O português perdeu contra Chidi Njokuani no primeiro combate do Bellator 167, sendo nocauteado aos 21 segundos da primeira ronda. Ao tentar encurtar a distância para com Chidi Njokuani com o que parecia ser uma direita overhand, com o objetivo de nulificar a sua vantagem de envergadura, foi atingido à entrada com um jab de esquerda, que o abalou antes de que conseguisse conectar. André caiu, magoado. O americano prosseguiu com o ground and pound, até que o árbitro parou a luta.

Esta derrota foi a primeira na carreira de Fialho, que começou a competir profissionalmente em 2014, terminando assim a sua onda invicta. André já tinha lutado por duas vezes na Bellator, ambas em 2016, após se juntar à AKA em 2015. O primeiro combate na organização foi contra Manny Mehraz, o qual venceu por K.O. na primeira ronda. O segundo, contra Rick Reger, teve igual resultado.

O reach superior de Njokuani acabou por ter algum impacto no combate Fonte: Facebook André Fialho
O reach superior de Njokuani acabou por ter algum impacto no combate
Fonte: Facebook André Fialho

É certo que a derrota frustra as expectativas de André, que acreditava estar a poucas lutas de vir a conseguir uma luta pelo cinturão. Mas, com 22 anos e a treinar num dos melhores ginásios do mundo, rodeado de campeões, não há razões para acreditar que o sonho não se mantenha vivo. Aliás, nada impede que 2017 seja o ano de André Fialho. Se mantiver o ritmo competitivo que teve este ano e conseguir arrecadar três vitórias seguidas, Fialho tem tudo para estar na conversa pelo título. É levantar e seguir em frente. Força, André.

Foto de Capa: Bellator MMA

Gonçalo Caseiro
Gonçalo Caseirohttp://www.bolanarede.pt
Entusiasta de MMA e futebol, o Gonçalo apoia fervorosamente o Benfica e a ideia de que desportos de combate não são apenas socos e pontapés.                                                                                                                                                 O Gonçalo não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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