Última horaManchester United pode provocar ‘terramoto’ no que diz respeito aos treinadores: eis o alvo dos red devils
Publicidade

WWE Clash Of Champions: O cimentar do novo Rollins

André Conde · 4 min

WWE Clash Of Champions: O cimentar do novo Rollins

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

The New Day (c) vs The Club (Raw Tag Team Championship)

Fonte: WWE
Fonte: WWE

Nada melhor do que começar um PPV com os New Day, que dia após dia se reinventam e conseguem ser uma das atracções da WWE. O combate foi bom para abrir as hostes e mostrou um Gallows e um Anderson muito mais violentos do que o habitual. E deveria ter sido assim a sua construção durante a “feud”, em vez de andarem a brincar aos doutores e terem segmentos com os Old Day. Quando muitos pensavam que o reinado dos New Day ia chegar ao fim, os campeões continuam com o título. Xavier Woods aproveitou uma distracção do árbitro para atacar Anderson com o trombone e os New Day venceram. O Club parecia estar destinado a vencer este combate e poderia ser a melhor decisão, até porque AJ é o campeão na Smackdown, mas após a vitória dos New Day, fica a pergunta sobre quem irá derrotar os campeões. Só vejo Enzo e Big Cass como os próximos adversários.

TJ Perry (c) vs Brian Kendrick (WWE Cruiserweight Championship)

Fonte: WWE
Fonte: WWE

Apesar de ter sido um combate inferior aos que houve no torneio, TJ e Kendrick deram um cheirinho do que vai ser a divisão de Cruiserweight. Alguns bons spots e manobras características destes lutadores e um Brian Kendrick que ainda está em forma. Que bom é vê-lo de volta à WWE. A vitória sorriu ao campeão, obviamente, mas pelo ataque de Kendrick no final, a rivalidade pode não ter acabado.

Sheamus vs Cesaro

Fonte: WWE
Fonte: WWE

Intensidade e físico são as palavras que caracterizam os combates entre estes dois nos últimos tempos. E hoje não foi diferente. Provavelmente um dos melhores combates nesta série de 7 entre Sheamus e Cesaro. Teve de tudo um pouco e ambos deram tudo o que tinham a dar. Mesmo já tendo 6 combates entre eles, é de louvar a capacidade de eles conseguirem fazer coisas novas. O combate acabou em “no contest”, após ambos o árbitro declarar que ambos não tinham capacidade para continuar o combate. Esperemos que tenha sido verdade e não kayfabe, pois esta rivalidade merecia acabar em PPV. Na Raw desta segunda-feira, deveremos ter o ultimo combate.

Sami Zayn vs Chris Jericho

Fonte: WWE
Fonte: WWE

O combate prometia mais, mas acabou por ser apenas um combate médio. Zayn e Jericho  deram um combate mediano de mid-card com a vitória a sorrir a Y2J. Esta decisão tem de ser vista com a distância certa. É preciso perceber o que pretende a WWE fazer com os dois a seguir a este PPV. Muitos apontavam a vitória a Zayn, para este seguir para uma rivalidade com Owens, mas pelo que parece, Owens ainda está em rivalidade com Rollins. Por outro lado, a vitória de Jericho cimenta-o para ser o próximo adversário de Owens.

Charlotte (c) vs Sasha Banks vs Bayley (Raw Women’s Championship)

Fonte: WWE
Fonte: WWE

Mais um grande combate entre as 3 melhores lutadoras da WWE. Incrivel a química que as três têm. O combate foi dos melhores da noite e mostrou uma Charlotte cada vez melhor, uma Bayley igual a si própria e uma Sasha que poderá virar heel nos próximos tempos. A vitória foi de Charlotte que se vai cimentando cada vez mais como a cara da divisão feminina. Quanto a Sasha e Bayley, uma rivalidade entre ambas seria interessante, para fazer com Sasha virasse heel.

Rusev (c) vs Roman Reigns (United States Championship)

Fonte: WWE
Fonte: WWE

E já que falamos em química, o que dizer de Rusev e Roman Reigns? Incrível a química que ambos conseguem ter no ringue. Foi um combate muito bruto e físico, o normal entre dois power-houses e de onde podemos tirar duas conclusões. Rusev está mais do que pronto para o main-event, o mid-card começa a ser pouco para ele, e Reigns tem melhorado no ringue. Reigns tem vindo a calar os críticos e a mostrar que também sabe ter bons combates e hoje em dia já se assobia o ex-shield porque é fixe fazer isso. Com a construção certa, Reigns pode voltar ao topo. Para já, essa caminhada começa com a conquista do US Title. Com este título, Reigns fica afastado do main-event durante um tempo, o que é bom para ele, e no mid-card poderá voltar a conquistar os fãs. Quanto a Rusev, é importante que ele não se perda após o final desta feud, como aconteceu quando rivalizou com Cena. A WWE tem de ter cuidado na forma como o trata para este não perder ímpeto, agora que não tem o título.

Kevin Owens (c) vs Seth Rollins (WWE Universal Championship)

Fonte: WWE
Fonte: WWE

E que combate foi este. Ao longo destas semanas, Rollins foi sendo construído como alguem que irá virar face em breve e neste combate deu um gigante passo nesse sentido. Owens funcionou como o heel fantástico que ele é, o que fez com que o público apoiasse ainda mais Rollins. Num combate tão bom, pedia-se o final tão desejado, que era Triple H aparecer e custar a vitória a Rollins. Mas coube a Y2J esse papel e até faz sentido. Triple H vs Rollins é uma feud para a Wrestlemania e ainda é muito cedo para a construir. Por enquanto, a rivalidade com Owens parece continuar.

Owens sai vencedor mas não sai descredibilizado pois deu um grande combate, a dupla JeriKO sai ainda mais forte, mas o grande vencedor da noite é Seth Rollins, que sai do Clash of Champions como um verdadeiro face. Pela maneira como se comportou durante o combate e pela forma como foi ovacionado no final, estamos a observar o próximo grande face da Raw.

André Conde

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

A ligação do Celtic à cidade de Lisboa e a rumaria ao Jamor (1967)

A edição 2026/27 da UEFA Europa League marca o regresso do Celtic a Portugal, em especial à cidade de Lisboa. Onde já foi feliz e conquistou o maior título do seu palmarés: a Taça dos Campeões Europeus 1966/67. O momento é ainda mais histórico quando se olha para o histórico dos bhoys no nosso país. O Celtic jogou no nosso país por 13 vezes (12 contra equipas portuguesas) e venceu por três ocasiões. Duas das mesmas foram contra equipas lusas, ao Boavista (1-0 em 2002/03) e Vitória SC (2-1 em 1998/99). Na capital foi sempre derrotado por Benfica (quatro vezes) e Sporting (duas vezes). A exceção foi mesmo no dia 25 de maio de 1967.   Perante um Portugal ainda assombrado pela ditadura do Estado Novo, mas ainda assim anfitrião da final da competição, foi no Estádio do Jamor que se presenciou uma das mais épicas finais de sempre da Taça dos Campeões Europeus. Frente a frente com o Celtic estava o Inter de Milão. O estatuto de ambos não podia ser mais diferente. Enquanto os escoceses estavam numa final da Taça dos Campeões pela primeira vez, os italianos já eram bicampeões (venceram a competição em 1964 e 1965). Tal como era a primeira vez que uma equipa britânica estava na final, em contraste com os italianos que já a tinham vencido por três vezes (AC Milan em 1963 além das duas eterno rival da mesma cidade).

Jorge Afonso · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Entrada à guerreiro na Dinamarca | FC Copenhaga x Braga

Tem início esta quinta-feira (dia 15 de outubro), a sexta edição da UEFA Conference League. Sinónimo de começo da caminhada da única equipa portuguesa na competição. O Braga desloca-se à Dinamarca para defrontar o Copenhaga. Duas equipas que têm um percurso semelhante na Conference League até ao momento. Ambas tiveram acesso à mesma através da passagem de três eliminatórias, os dois emblemas venceram quatro jogos e empataram dois e procuram agora entrar na competição com uma vitória. Se Copenhaga e Braga têm ambições a fazer um percurso europeu notável, o único aspeto que separa as duas equipas a nível interno. Se uma é já uma tradicional candidata ao título no seu país, a outra ainda está um patamar atrás dos tradicionais (três) candidatos. Entrar a ganhar na Conference League é muito importante para a equipa de Carlos Vicens começar um novo ciclo de bons resultados. Ocupando atualmente o sétimo lugar na Liga Portuguesa tendo mais jogos não ganhos (quatro) do que ganhos (três) e tendo tantos golos sofridos como marcados (oito cada), é relevante para os bracarenses reverter a situação o quanto antes. Dentro da própria equipa, a situação não aparenta estabilidade total. Se é verdade que o modelo tático é o mesmo desde a época passada e as próprias opções, que são múltiplas para cada posição, têm tido utilização regular, também é verdade que Vicens ainda não repetiu totalmente um onze de um jogo para outro. De jogo para jogo, tem existido praticamente uma alteração por setor, existindo sempre alguma incerteza nas opções e são poucos os que em condições normais são considerados "titulares indiscutíveis".

Jorge Afonso · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.