Publicidade

GP de San Marino: o regresso de Dani Pedrosa às vitórias

Carolina Neto · 2 min

GP de San Marino: o regresso de Dani Pedrosa às vitórias

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Cabeçalho modalidadesEm San Marino, Valentino Rossi é rei. As bancadas do “Misano World Circuit Marco Simoncelli” são bicolores: o amarelo e o azul dominam face a tudo o resto. Mas na história deste grande prémio Rossi não reinou. Não me entendam mal: o italiano é rei fora da pista mas, no asfalto, Dani Pedrosa levou a melhor, tornando-se num vencedor improvável – apesar de o ritmo por si imposto permitir antever esse desfecho.

O piloto espanhol da Honda Repsol tinha alcançado a oitava posição na grelha de partida, liderada por Jorge Lorenzo, com a pole position e o recorde do circuito.

Durante a primeira metade da corrida a luta pela vitória fez-se entre os três habituais pilotos: Valentino Rossi, Jorge Lorenzo e Marc Márquez, e, após muitas ultrapassagens, a vitória parecia sorrir cada vez mais ao piloto da casa, Valentino Rossi. Mas já sabemos que as corridas de Moto GP são imprevisíveis, e a prova disso está nos sete diferentes vencedores dos últimos grandes prémios.

Lá atrás vinha Dani Pedrosa a um ritmo alucinante e decidido a voltar ao lugar mais alto do pódio, já que a última vez que sentira o sabor da vitória fora em 2015, na Malásia. A mota da Honda Repsol com o número 26 passou por Dovizioso, Viñales, Márquez, Lorenzo e Valentino Rossi, a última vítima.

Depois de se ver na primeira posição o piloto espanhol não se deixou intimidar por Rossi, que precisava da vitória para reduzir a diferença para Márquez na luta pelo título mundial. A bandeira de xadrez rodou e selou o renascimento de Dani Pedrosa.

Misano assistiu à vitória improvável de Dani Pedrosa Fonte: Dani Pedrosa
Misano assistiu à vitória improvável de Dani Pedrosa
Fonte: Dani Pedrosa

A vitória do piloto espanhol é a prova de que quando o psicológico e a engenharia estão em sintonia, tudo pode ser perfeito. E foi isso que aconteceu a Dani Pedrosa. A mota estava com a afinação correta: o pneu mole na roda dianteira foi uma das chaves para que a remontada fosse possível. E quando o piloto se sente bem a conduzir a sua moto, é capaz de tudo. Até do mais improvável.

As duas rodas voltam daqui a duas semanas para o grande prémio de Aragón. Resta-nos esperar para ver se vai haver um nono vencedor diferente, ou se Dani Pedrosa chegou para ficar nos lugares da frente. E a luta pelo título mundial promete, entre Valentino Rossi e Marc Márquez.

Artigo revisto por Mafalda Carraxis

Carolina Neto

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Luuk de Jong | O que poderia ter sido no Dragão sem lesões

A passagem de Luuk de Jong pelo FC Porto deixa uma sensação de que poderia ter sido muito mais marcante se as lesões não tivessem surgido pelo caminho. Apesar das dificuldades físicas que enfrentou, o avançado neerlandês demonstrou qualidades que justificavam a confiança depositada nele e que faziam acreditar num contributo importante para a equipa azul e branca. Luuk de Jong é um ponta de lança com características muito próprias. A sua capacidade de jogar de costas para a baliza, a força no jogo aéreo, o sentido de posicionamento e a eficácia na finalização fazem dele um avançado capaz de resolver jogos e oferecer soluções diferentes no ataque. Num clube como o FC Porto, habituado a lutar por títulos e a competir ao mais alto nível, estas qualidades poderiam ter sido fundamentais, sobretudo nos momentos em que a equipa precisava de alguém capaz de transformar cruzamentos e oportunidades em golos.

Miguel Costa · 2 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.