É um contrassenso. Quando se pensa em videojogos, imaginamos um sedentário nerd, de janelas semicerradas agarrado a um computador ou consola durante largas horas a fio, desperdiçando a sua vida. O preconceito é quase omnipresente e, contrariamente aos outros produtos de cultura, é quase exclusivamente pejorativo. Não me ocorre alguém ser criticado por adorar livros, por ouvir muita música ou por ser um fã incondicional de cinema. Professor que sou, nunca vi uma mãe preocupada com o insucesso escolar do seu rebento por força das suas constantes idas a concertos ou pelo devorar de clássicos de literatura até às 2 da manhã. Mas os videojogos… isso são “coisas de crianças”; são brincadeiras; são desperdícios de tempo. Não se aprende nada.
NBA Finals – 24 milhões de espectadores na AB, aproximadamente 7 milhões de dólares de prémio Fonte: Dotablast.com
Um dos passos importantes foi dado há relativamente pouco tempo, com intenções de articular campeonatos de desportos electrónicos com os Jogos Olímpicos. Há, claro, um conjunto de regras específicas para os desportos electrónicos que não encontram particular reflexo nos desportos convencionais. Estes primam por uma estabilidade em termos de regras e alterações.
Desde há muito tempo ligado ao mundo dos videojogos, Ricardo Mota é Professor de criação de videojogos no Instituto Politécnico da Maia. Escreve sobre videojogos e desportos electrónicos para o Rubber Chicken, a RTP Arena e o Observador e traz agora para o Bola na Rede os primeiros passos sobre os esports. Organiza o projecto Indie Dome, na Lisboa Games Week, e trabalha como Relações Públicas e Gestor de Comunidades na Bigmoon Studios.
O Ricardo não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
A lenda do AC Milan, Andriy Shevchenko, falou sobre a adaptação de Rafael Leão a uma nova posição no ataque da equipa, destacando as dificuldades do processo.
Memphis Depay, substituído ainda na primeira parte do empate entre Corinthians e Flamengo (1-1), esteve envolvido numa polémica ao ser apanhado no banco de suplentes a utilizar o telemóvel durante a segunda metade do jogo.
Zinédine Zidane tem um acordo verbal com a Federação Francesa de Futebol para suceder a Didier Deschamps no comando da seleção francesa. O jornal 'Le Parisien' avança que a troca deverá acontecer logo após o final do Mundial 2026.