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As 5 Maiores Goleadas da Seleção Portuguesa de Futsal

Pedro Filipe · 2 min

Portugal Futsal
Foto: Portugal

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A seleção nacional portuguesa de futsal é uma das grandes potências da modalidade a nível mundial. Portugal já conquistou vários títulos e está habituada a vencer com maior ou menor dificuldade. Ao longo da sua história na modalidade, Portugal protagonizou diversas vitórias expressivas. Estes resultados mostram a capacidade ofensiva e a consistência da seleção portuguesa de futsal em competições mundiais, reforçando a sua posição como uma das potências da modalidade a nível global.

O Bola na Rede apresenta as cinco maiores goleadas da seleção portuguesa de futsal em Mundiais.

5.

Portugal 5-0 Cuba (2004): Ainda numa fase inicial dos Mundiais, Portugal já mostrava o seu poder de fogo e alcançou perante os cubanos um resultado volumoso, com Joel Queirós a destacar-se com dois golos. Em Taiwan, Portugal haveria de ter uma rara derrota na fase de grupos, perante os argentinos, e acabaria por ficar pelo caminho, na altura, na segunda fase de grupos. Espanha e Itália foram os carrascos que seguiriam para as meias finais.

4.

Portugal 8 – 1 EUA (2008): Durante o Campeonato do Mundo de 2008, Portugal derrotou os Estados Unidos da América por oito bolas a um, assegurando uma vitória expressiva na fase de grupos. Leitão foi o melhor marcador da partida com um hat-trick.

No Brasil, Portugal não foi feliz e foi eliminado ainda mais precocemente do que na edição anterior, em 2004. A seleção nacional caiu ainda na primeira fase, apesar de ter obtido três vitórias nos quatro jogos. O confronto a três com Itália e Paraguai foi penalizador para o lado português, vendo os adversários seguirem para as meias finais.

3.

Portugal 7-0 Ilhas Salomão (2021): No Mundial de 2021, a seleção portuguesa derrotou as Ilhas Salomão, numa vitória sem espinhas frente à seleção do país da Oceânia. Na Lituânia, seleção nacional garantiu a passagem aos quartos de final, numa edição que culminaria na conquista do septo por parte dos portugueses. André Coelho destacou-se nos marcadores ao bisar.

2.

Portugal 9-0 Panamá (2016): No Mundial de 2016, a seleção portuguesa venceu o Panamá por 9-0 e confirmou à segunda jornada o apuramento para os quartos de final. Ricardinho fez cinco golos e encaminhou Portugal para uma vitória robusta. Contudo, na Colômbia, a seleção nacional acabou por ficar pelo quarto lugar, depois de eliminada pela Argentina, nas meias finais, e ter perdido, nas grandes penalidades, frente ao Irão.

1.

Portugal 10-1 Panamá (2024): A mesma vítima, oito anos depois. No Campeonato do Mundo de 2024, Portugal alcançou a sua maior goleada em mundiais ao derrotar o Panamá por 10-1, durante a fase de grupos, que foi imaculada como o que era esperado. Curiosamente, não houve repetição de marcadores e a seleção nacional ainda contou com um autogolo. O que não foi curioso foi a prestação de Portugal na competição que caiu nos quartos de final, pelo Cazaquistão.

Pedro Filipe

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Torreense ‘Til I Die On The Beach

O Sunderland é uma das equipas mais românticas desta edição da Europa League. Não pelo futebol, mais próximo da ideia genérica do futebol inglês e britânico e pouco dado a estéticas e modernidades, mas pela história de um clube tradicional que, aos olhos de todo o mundo, desceu à 3.ª Divisão, fez o caminho das trevas e, à primeira, garantiu o acesso às competições europeias. Nesta caminhada, a série «Sunderland ‘Til I Die» ajudou o clube do Nordeste de Inglaterra a tornar-se mais global, solidarizando e sensibilizando adeptos de todo o mundo. No que toca a ter as ruas do seu lado, há poucos clubes mais bem posicionados do que o Sunderland. Um deles, ainda assim, é o Torreense. Por mais que seja interessante olhar para lá do óbvio, não nos podemos esquecer, em qualquer análise, que a competição para o emblema de Torres Vedras é altamente desigual. Enquanto se debela com um arranque de época delicado na Segunda Liga, o Torreense vai usando a Europa League como uma diversão cada vez mais competitiva, como uma montra de luxo para se publicitar enquanto clube e como uma recompensa merecida a um feito extraordinário. Este carinho natural para com o outsider roubou algum do protagonismo à primeira deslocação europeia do Sunderland em 53 anos. E, mais do que os dados lançados antes do jogo, o rumo dos 90 minutos ajuda a ganhar um sentimento de identificação com o Torreense.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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