Seis Nações 2017: Quem se senta no trono europeu?

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Cabeçalho modalidadesEstá de volta o torneio de selecções mais antigo (primeira edição em 1883, reformulado, por último, em 2000) e a competição europeia mais empolgante no mundo do rugby! Inglaterra lutará para fazer o ”bis”; País de Gales, Irlanda, Escócia, França e Itália lutarão para destronar a equipa liderada por Eddie Jones.

Em 2017, foi implementado um novo sistema de pontuação, sendo que cada vitória vale quatro pontos (ao invés de dois), um empate vale dois pontos (ao invés de um), uma equipa que consiga quatro ou mais ensaios recebe um ponto e uma equipa que perca por sete ou menos pontos recebe um ponto também. Haverá, ainda, três pontos extra se uma equipa conseguir atingir as cinco vitórias.

A Inglaterra é a campeã em título e parte com ligeira vantagem para esta edição do torneio. Esse favoritismo relaciona-se com a espectacular performance atingida em 2016: em 14 jogos disputados, a Selecção da Rosa venceu todos e pelo meio abateu selecções como a poderosa Austrália (por quatro vezes!) e a Argentina. Desde que Eddie Jones chegou ao comando da selecção, os ingleses parecem ter ganho uma nova vida e, desde aí, não se cansam de vencer e estabelecer recordes.

Os galeses contam com um XV de grande qualidade, mas aparentam continuar com os problemas do costume: a falta de jogadores de qualidade nas segundas escolhas e de ideias ”frescas” e a escassez na profundidade atacante prosseguem. Até que ponto conseguirão, de forma interna, resolver o problema? Fica a questão, a verdade é que nos seus melhores dias os Red Dragons conseguem bater qualquer equipa, ou não contassem com a super estrela George North, o capitão Sam Warburton ou o jovem valor Ross Moriarty.

Ana Cristina Silvério
Ana Cristina Silvériohttp://www.bolanarede.pt
A Ana Cristina é uma apaixonada pelo mundo do desporto. Do futebol ao Rugby, passando pelo ténis e pelo surf, gosta de assistir a quase todo o tipo de desportos, mas confessa que lhe dá um prazer especial que os atletas enverguem um leão rampante na camisola.                                                                                                                                                 A Ana não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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