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Os “altos” de 2013…

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cab Surf

Estamos no início do novo ano e nada melhor do que o começar com um pequeno resumo do que se passou em 2013.

Comecemos, então, por Mick Fanning. O surfista australiano ganhou o título de campeão mundial pela terceira vez. Este foi disputado mesmo até ao último momento na famosa onda de pipeline. Numa onda onde o jovem de 21 anos John John Florence era um dos favoritos, apenas Kelly Slater ou Mick Fanning podiam ser o grande campeão. Fanning tornou-se campeão, ao ganhar o seu heat nos quartos-de-final.

Mick Fanning, campeão Mundial Fonte: http://www.smh.com.au/ffximage/2005/04/11/mickfanning_wideweb__430x350.jpg
Mick Fanning, campeão Mundial
Fonte: smh.com.au

Carissa Moore, a surfista natural do Hawai, foi outra das grandes figuras do ano. Depois de ter vencido o Rip Curl Pro Portugal em 2010, Carissa voltou a vencer em Portugal, tornando-se campeã mundial. A disputa foi muito árdua, envolvendo Carissa, Tyler Wright e Sally Fitzgibbons.

A onda da Nazaré também foi premiada com o título de Capital Mundial das ondas grandes. Como todos sabem, Garrett McNamara foi o surfista que mostrou o canhão da Nazaré. Este ano, a onda gigante ficou marcada pelas várias sessões de grandes ondas que a Natureza fez chegar. A acrescentar a isto, Carlos Burle e Maya Gabeira também marcaram Portugal. Burle por apanhar uma onda que muitos dizem ser a maior do mundo, e Gabeira por ter caído numa onda que quase lhe custou a morte.

Por fim, temos os mais velhos a dar trabalho aos mais novos. Exactamente: apesar de cada vez mais os mais novos (como John John Florence, Gabriel Medina, Miguel Pupo e Julian Wilson) se destacarem no WCT pelas manobras inovadoras e impressioanntes, foram os mais velhos que dominaram o World Tour durante todo o ano. Foi o caso do ex-campeão mundial de 2013, Joel Parkinson, o vice-campeão mundial, Kelly Slater, e o novo campeão mundial, Mick Fanning. Neste novo ano, os jovens prometem dar mais trabalho e lutar seriamente pelo título.

Jóni Matos
Jóni Matos
O Jóni é um jovem surfista que começou a praticar surf há 5 anos e, desde então, nunca mais parou. Mesmo quando as ondas estão pequenas, a "pica" é tanta que acaba sempre por entrar só para colocar a "prancha no pé".                                                                                                                                                 O Jóni não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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