Publicidade

2018: O Ano de Serena Williams?

Francisco Sampaio · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Cabeçalho modalidades

Quem acompanha as redes sociais de Serena Williams já terá seguramente reparado que, recentemente, começaram a surgir em catadupa fotografias da mesma a pisar courts de ténis ou a envergar peças de vestuário relacionadas com a modalidade. Se para os amantes da modalidade essa é, indubitavelmente, uma excelente notícia, para as suas adversárias é pouco crível que a reação seja tão entusiasta.

Serena Williams é uma força da natureza e, possivelmente, é a melhor tenista da história da modalidade. Não é uma tecnicista como, por exemplo, Martina Hingis, mas tem um tremendo serviço, bate na bola com muita força, controla e domina quase todos os pontos, e mesmo não sendo exímia na deslocação no court (algo que, com o passar dos anos, se tem vindo a agravar), é na verdade uma “falsa lenta”.

É verdade que a campeoníssima norte-americana tem já 36 anos de idade e que esteve parada durante um ano, mas também é verdade que não se pode dizer que existam impossíveis para quem venceu o Australian Open estando já grávida de oito semanas! As fotografias vindas a público recentemente deixam bem claro que Serena Williams tem estado a treinar, que já se encontra praticamente de regresso à sua estrutura física habitual e, acima de tudo, que está com muita vontade de voltar a ganhar e, como se sabe, para a norte-americana o “querer” é meio caminho andado para a vitória.

A "força da Natureza" Serena Williams deverá regressar à competição já em janeiro de 2018 Fonte: Facebook de Serena Williams
A “força da Natureza” Serena Williams deverá regressar à competição já em janeiro de 2018
Fonte: Facebook de Serena Williams

Depois de um ano 2017 muito sui generis no que ao setor feminino diz respeito, com as jogadoras a passarem por muitos altos e baixas e, acima de tudo, por momentos de grande inconsistência, o “alvo a abater” parece estar muito próximo de regressar à competição, quiçá já em janeiro para disputar o torneio do Grand Slam que venceu no ano transato. A AccorHotels, uma das patrocinadoras da norte-americana, lançou no dia 20 de dezembro mais achas para esta fogueira ao referir que Serena Williams irá regressar aos courts como embaixadora oficial da AccorHotels no Australian Open, ideia que vai de encontro à já anteriormente avançada pelo diretor do torneio, Craig Tiley. Será?

Certo e seguro é que Serena Williams não quer encerrar a sua carreira com “apenas” 23 títulos do Grand Slam conquistados e, como tal, as suas adversárias devem estar de sobreaviso para o facto de a norte-americana estar com fome de vitórias. O seu regresso à competição dará um elã diferente ao circuito WTA que, em 2018, promete voltar a ser repleto de momentos emocionantes e, quem sabe, históricos para a modalidade. Come on!

Foto de Capa: Facebook de Serena Williams

Francisco Sampaio

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Brasileirão: 19 treinadores já caíram e só quatro portugueses resistem

Leonardo Jardim lidera o Brasileirão ao comando do Flamengo, Abel Ferreira mantém-se no Palmeiras, Artur Jorge continua no Cruzeiro e Pedro Emanuel procura afirmar-se no Vasco da Gama. Luís Castro e Franclim Carvalho já ficaram pelo caminho. Dezanove treinadores já caíram no Brasileirão 2026. Entre a instabilidade que varre os bancos brasileiros, os portugueses resistem: seis passaram pelo campeonato e quatro continuam de pé. Fernando Diniz, atualmente no Corinthians, foi a mais recente vítima e já tinha sido afastado do Vasco da Gama no início da temporada. A dança das cadeiras começou ainda em fevereiro, com a saída do argentino Jorge Sampaoli do Atlético-MG, e transformou a mudança de treinador numa das imagens de marca da competição.Num campeonato onde a paciência parece cada vez mais curta e os resultados pesam imediatamente sobre os treinadores, a presença portuguesa ganha particular relevância. Dos seis técnicos que passaram pelo Brasileirão em 2026, quatro continuam no ativo e dois já ficaram pelo caminho. E entre os que resistem há perfis bem diferentes: da longevidade quase excecional de Abel Ferreira à estreia de Pedro Emanuel, passando pela liderança de Leonardo Jardim e pela reconstrução de Artur Jorge no Cruzeiro.

João Esteves · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.