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Fim de época em Turim balança a corrida pelo verdadeiro «Rei» | Ténis

Vítor Vieira · 2 min

Turim
Foto: ATP Tour

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O fecho da época de 2022 deu-se em Turim, nas Nitto ATP Finals. O evento contou com os melhores oito atletas, onde sobressaiu o domínio avassalador de Novak Djokovic, conquistador da presente edição da prova.

O Sérvio após uma longa e bastante atípica época tenística, onde viu-se restringido de grandes competições como o Open da Austrália e o US Open, mostrou-se com um rendimento muito apresentável e dominador sobre os seus adversários, durante todo o evento, em Itália.

Conseguiu fabulosas vitórias ainda que insuficientes para conquistar a posição número um mundial e destronar Carlos Alcaraz, o mais jovem tensita número um da história e já curta futura lenda da modalidade.

Pará além desta sua sexta conquista, Novak Djokovic recebeu outras excelentes notícias: a sua proibição imposta na Austrália foi levantada, e em 2023 poderá pisar o território australiano. Desse modo, poderá participar no Grand Slam de janeiro e ambicionar a sua décima conquista da carreira.

Djokovic sente a necessidade de vencer, pois deseja muito mais para a sua carreira. Sente nesta sua fase final, até mesmo para o seu legado , o fardo e o peso representativo que partilha com o tenista espanhol Rafael Nadal, quanto à procura do verdadeiro GOAT do ténis. Estes momentos finais ao mais alto nível em teoria , da competição ATP em que ambos competem saudavelmente, abre para 2023 um grande debate com grandes interrogações.

Conseguirá Djokovic fazer frente ao Grand slam de atraso que tem sobre Rafael Nadal? Poderá mesmo ultrapassar o espanhol quanto ao número de Grand Slams? Ou será o espanhol a distanciar-se na corrida estatística mais importante da modalidade?

Há muitas hipóteses e formulações, mas só será possível um desfecho , e em 2023 existirá grandes desenvolvimentos quanto a todos estes parâmetros. Durante este momento final de temporada, é possível dizer que Djokovic ganhou mais ímpeto sobre Nadal, e espera-se que o embalo conquistado meta-o em rota com títulos importantes na próxima época.

Nadal vai tentar inverter esta quinta marcha que Djokovic conseguiu criar, com Alcaraz no meio destes dois gigantes a procurar a sua contínua oportunidade de sucesso. O tenista de Maiorca sentiu muito a paragem de dois meses fora dos courts, e foi observável nas partidas que realizou em Itália, que culminaram em derrotas esperadas por causa do baixo ritmo físico. A sua sede e ambição em defender-se perante Djokovic e manter uma tendência ofensiva para 2023 continua presente, pois acredita muito na sua capacidade de superação e resiliência, que partilha para muitos milhões de aficionados, ao longo destes anos e que muitas conquistas lhe foram atribuídas.

Expecta-se um ano de 2023 em grande para o mundo tenístico! Uma época de emoções em todos os sentidos, onde a história será reescrita nas páginas dos livros da história. Já se sente o entusiasmo no ar pelos fãs , com o desejo que a bola amarela comece a ser erguida para rolar.

Foto de Capa: ATP Tour 

Vítor Vieira

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