Tóquio 2020, Ténis de Mesa #2: sangue, suor e lágrimas não chegaram e tudo a Alemanha nos levou

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A armada portuguesa de Ténis de Mesa falhou o apuramento para os quartos de final da prova de equipas e termina, desta forma, a participação nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

Relembro que, dos cinco lusos que nos representaram, Marco Freitas foi o atleta a chegar mais longe. O luso disputou os oitavos de final nas provas de singulares, onde foi derrotado pelo número um do mundo e vencedor da medalha de prata nesta edição dos JO, Fan Zhendong.

Para o confronto de ontem, a Seleção Nacional apresentou-se com Marcos Freitas (24.º ranking mundial), Tiago Apolónia (57.º) e João Monteiro (78.º). Enquanto que, na outra ponta da mesa, a formação germânica juntava Dimitrij Ovtcharov (10.º), Timo Boll (11.º) e Patrick Franziska (17.º).

Ao sétimo dia, o colosso alemão não descansou e o número três trar-nos-ia muita tristeza.

No primeiro jogo, a pares, a dupla bem conhecida João Monteiro/Tiago Apolónia foi derrotada por Patrick Franziska/Timo Boll. Mesmo depois daquilo que foi um primeiro set eletrizante, que terminaria com um 17-15 favorável aos alemães.

Apesar do esforço, os portugueses não lograriam vencer qualquer parcial, e a história repetir-se-ia nas segunda e terceira partidas, entre Dimitrik Ovtcharov e Marcos Freitas e entre Tiago Apolónia e Timo Boll.

Em três partidas de três sets e cerca de 3(0) minutos cada uma, os alemães acabariam por assegurar a passagem aos quartos de final sem grande dificuldade.

Relativamente às próximas fases da prova masculina de equipas, os lugares encontram-se ocupados por todos os suspeitos asiáticos do costume, a Alemanha e a Suécia, que terá a vida bastante dificultada pelo Japão nos quartos de final.

Do lado feminino pouco muda, e são as germânicas as únicas representantes europeias ainda em prova.

Foto de capa: Federação Portuguesa de Ténis de Mesa

Artigo revisto por Andreia Custódio

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