CD Santa Clara 0-3 SL Benfica: Vitória da Águia no Território do Açor

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Benfica

O CD Santa Clara saiu derrotado frente ao SL Benfica na 17.ª Jornada do campeonato, no Estádio de S. Miguel.

SL Benfica com uma entrada avassaladora aproveitou da melhor forma a passividade no meio campo açoriano e foi letal.

Mais do que a superioridade no ataque, o Benfica fez-se valer da supremacia no meio-campo perante a inferioridade do Santa Clara que colocava Misao e Adriano contra a linha de quatro médios que a equipa apresentava.

Os comandados de Roger Schmidt, após 25 minutos alucinantes, acabariam por perder o ímpeto ofensivo, limitando-se a controlar as despesas do jogo.

Na segunda parte o ritmo do jogo sofreu uma quebra drástica. Desde já, o Benfica deixou de ser tão intenso e pressionante, abdicando, muitas vezes, da posse de bola perante um Santa Clara que se transcendeu, tendo em Ricardinho um dínamo no ataque à baliza de Vlachodimos.

A ascendência dos açorianos no segundo tempo não foi sinónimo de oportunidades. Já o Benfica, mesmo jogando num ritmo mais baixo, acabaria por um ponto final na partida através de um golo de belo efeito do regressado Gonçalo Guedes.

O Benfica mantém assim a distância para Sporting e Braga no topo da tabela classificativa, ficando à espera do que fará o FC Porto diante o Vitoria SC. Já o Santa Clara, permanece em lugar de playout de descida, somando o quarto jogo sem marcar e sem vencer.

A FIGURA

Fonte: Paulo Ladeira/Bola na Rede

Enzo Fernández Já faltam adjetivos para o argentino. Passou por ele todo o jogo do Benfica, contribuindo com duas assistências e muitas jogadas de belo efeito.

FORA DE JOGO

Fonte: Paulo Ladeira/Bola na Rede

Matheus Babi Passou ao lado do jogo o avançado brasileiro. Poucas vezes conseguiu assustar a defensiva dos encarnados. Deu-se pouco ao jogo

BnR NA CONFERÊNCIA

CD SANTA CLARA

BnR:  O Santa Clara rubricou uma segunda parte bem mais conseguida do que a primeira. A equipa mostrou-se mais agressiva e rápida nos duelos. O que mudou na equipa ao intervalo?

Jorge Simão: Fizemos uns ajustes táticos principalmente nossa primeira linha de pressão.
Foi fazer perceber que tínhamos necessidade do que andamos a treinar.

Temos mudado alguns comportamentos dos jogadores e temos treinado isso. Ainda está apenas inculcado de forma superficial. A entrada forte do Benfica tivemos dificuldade. Ao intervalo tentei passar essa mensagem que íamos tentar fazer um golo porque assim vamos entrar na discussão do resultado. Os jogadores ouviram-me e ficou visível.

SL BENFICA

BnR: O Benfica jogou com uma linha de quatro e cinco homens no meio. De que modo esta superioridade numérica no meio-campo acabou por se traduzir na vitória?

Roger Schmidt: Usamos os espaços para dificultar a vida ao adversário. Tentamos ser imprevisíveis, também tivemos de ser pacientes e tentar arranjar soluções. A nossa boa atitude e superioridade também ajudou.

Raquel Roque
Raquel Roquehttp://www.bolanarede.pt
A Raquel vem dos Açores, do paraíso no meio do Oceano Atlântico. Está a concluir a licenciatura em Estudos Portugueses e Ingleses. Guarda os clássicos da literatura, a Vogue e os jornais desportivos na mesma prateleira.                                                                                                                                                 A Raquel escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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