FC Paços de Ferreira 1-3 SL Benfica: Os mínimos também chegam

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Visita sempre complicada do Benfica à Capital do Móvel – ainda na época passada o Benfica adiou a decisão do campeonato lá perdendo por 1-0 -, ainda para mais sabendo-se da dificuldade de jogar na ressaca de semana europeia. Ainda assim, foi um Benfica q.b. e que soube sempre gerir o jogo sem sobressaltos de maior, muito por culpa das imensas baixas com que o Paços se apresentou para o jogo. Apenas com Carcela no lugar do ausente Gaitán, cedo se percebeu que bastaria o Benfica acelerar para criar desequilíbrios e deixar expostas as debilidades defensivas do Paços de Ferreira muito desfalcado.

Foi, pois, através do primeiro “esticão” que o Benfica deu no jogo que chegou o primeiro golo, pouco antes de o relógio bater no primeiro quarto-de-hora. Carcela e Jonas (mais um toque de classe do brasileiro…) abriram o caminho da defesa pacense e Mitroglou tratou de desbloquear o marcador à boca da baliza. Quando se podia pensar num jogo semelhante ao de Moreira de Cónegos, que o Benfica controlou de forma muito tranquila, o Paços de Ferreira conseguia, aqui e ali, dar um ar de sua graça.

Lindelof estreou-se a marcar e deixou o Benfica com o jogo na mão; Fonte: #SLBenfica Lindelof estreou-se a marcar e deixou o Benfica com o jogo na mão; Fonte: #SLBenfica
Lindelof estreou-se a marcar e deixou o Benfica com o jogo na mão
Fonte: SL Benfica

Quase sempre por Diogo Jota – claramente talhado para outros voos – e quase sempre aproveitando a passividade que o Benfica vem demonstrado no eixo do terreno. Já havia acontecido contra o FC Porto e aconteceu novamente hoje, tal a facilidade com que Diogo Jota (culpas também para Júlio César) restabeleceu a igualdade 10 minutos depois, numa boa iniciativa individual. As lesões de Lisandro e Fejsa não são, de todo, alheias a este facto que menciono. O jogo arrastou-se numa toada morna até bem perto do intervalo, altura em que Jonas furou a defesa pacense, cavou uma grande penalidade inexistente e recolocou a equipa encarnada na frente do marcador.  Confortável com o 1-2, a equipa de Rui Vitória tratou de fazer o terceiro rapidamente e acabar com a história do jogo. Lindelof estreou-se a marcar, após assistência de Jardel e deixou o Benfica bem tranquilo para o resto do jogo. Ainda deu para Salvio e Nélson Semedo terem uns minutos, face ao pouco perigo que a equipa pacense (apenas Diogo Jota, sempre ele, voltou a incomodar a baliza encarnada) demonstrou daí em diante e para Eliseu limpar os cartões para poder estar em Alvalade. Resta ao Benfica, agora, esperar por aquilo que o Sporting fará na segunda-feira, frente ao Boavista.

A Figura:

Jonas – Mesmo sem ter feito um jogo esplendoroso, a classe e categoria de Jonas também se mostraram em doses menores. Mais um golo para a conta pessoal do brasileiro e, vendo-se sem Gaitán, comandou todo o ataque encarnado ao longo dos 90 minutos.

O Fora de Jogo:

Samaris – Perdi a conta aos passes falhados pelo médio grego, que parece ainda não ter encaixado com Renato Sanches no miolo do Benfica. Espero que a recuperação de Fejsa não tarde para a fase de jogos decisivos que se aproxima.

Francisco Vaz de Miranda
Francisco Vaz de Miranda
Apoia o Sport Lisboa e Benfica (nunca o Benfas ou derivados) e, dos últimos 125 jogos na Luz, deve ter estado em 150. Kelvin ou Ivanovic não são suficientes para beliscar o seu fervor benfiquista.                                                                                                                                                 O Francisco não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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