Supertaça Cândido de Oliveira: Regressa a emoção, de taça na mão

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A Forma

Ainda que o Benfica seja crónico favorito para a final da Supertaça, a forma das duas equipas lança a dúvida sobre se o jogo será assim tão fácil para os encarnados. A pré-época de Benfica e Vitória foi oposta em vários sentidos, como os resultados obtidos e a estratégia utilizada. Primeiro o Benfica: os campeões nacionais não deixaram boa imagem nos jogos amigáveis que realizaram, com quatro derrotas e apenas duas vitórias em 6 jogos realizados. Vêm de três derrotas consecutivas e a fraca resposta dada na Emirates Cup preocupou alguns adeptos mais inquietos. A maior lacuna está mesmo na defesa, dado o número de golos sofridos durante a pré-temporada: foram 14, uma média de 2,3 golos sofridos por jogo. Poderá ler mais sobre a pré-época do SL Benfica aqui, na antevisão exclusiva dos encarnados. Já o Vitória, em termos de resultados, foi o oposto do campeão nacional: apesar do mesmo número de jogos disputados, apenas não ganhou dois. São quatro vitórias, um empate e uma derrota, com um ataque em boa forma – 24 golos marcados e média de quatro golos por jogo, na esperança de fazer esquecer Marega e Hernâni. Em termos de estratégia adotada na pré-temporada, o Benfica apostou em três estágios (Suiça, Portugal e Inglaterra) e em confrontos com equipas de grau médio-alto de dificuldade, enquanto que o Vitória se manteve em Portugal,  defrontando equipas nacionais que foram desde as distritais, à Primeira Liga, até aos grandes (derrota com Porto e vitória com Sporting).

Fonte: BnR
Fonte: BnR

A história

O passado da Supertaça será esquecido assim que Artur Soares Dias apitar para o início do jogo. A partir daí apenas interessará o presente. Contudo, dizem os historiadores que para triunfar no presente há que conhecer e perceber o passado, pelo que estes são alguns dos dados dos confrontos entre Benfica e Vitória, bem como a sua prestação na Supertaça Cândido de Oliveira.

 Foto de Capa: Liga de Clubes

André Maia
André Maiahttp://www.bolanarede.pt
Durante os seus primeiros seis anos de vida, o André não ligava a futebol. Até que no dia 24 de junho de 2004, quando viu o Ricardo a defender um penálti sem luvas, se apaixonou pelo jogo. Amante da história de futebol e sempre com factos na ponta da língua, tem Cristiano Ronaldo e Rui Patrício como os seus maiores ídolos.                                                                                                                                                 O André escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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