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Um ano antes de Éder dar o pontapé mais importante da história do futebol português, a seleção nacional viveu uma espécie de prenúncio do sucesso que estava para vir. Com prestações que ficaram na memória, os sub-21 da equipa das quinas encantaram na República Checa e caíram apenas na final no europeu do escalão.

O conjunto, muito heterogéneo, juntava jogadores a quem se augurava um grande futuro, alguns já titulares em equipas competitivas, com jovens que procuravam ainda ganhar o seu lugar na elite do futebol.

Após uma fase de qualificação irrepreensível (oito vitórias em igual número de jogos) e de um play-off quase perfeito contra a Holanda (aglomerado de 7-4, com vitórias em ambas as partidas), Rui Jorge manteve a base da equipa e não teve problemas em chamar atletas já internacionais A, como Raphael Guerreiro, Bernardo Silva, João Mário ou William Carvalho.

Com todo o elenco à sua disposição (durante a qualificação teve de prescindir de alguns elementos várias vezes por compromissos da seleção A), Rui Jorge manteve o sistema, mas definiu, finalmente, uma equipa-base, com oito dos 11 elementos a repetirem a titularidade em todos os jogos da fase final. As exceções foram a dupla de ataque, Ricardo Pereira e Ivan Cavaleiro, suplentes no encontro frente à Itália, e Tiago Ilori, afastado da meia-final por lesão.

Fonte: Uefa.com

Assim, é legítimo nomear aquela que foi a equipa titular de Portugal no Euro sub-21 de 2015, coincidente com as escolhas de Rui Jorge para a final perdida frente à Suécia: José Sá; Ricardo Esgaio, Tiago Ilori, Paulo Oliveira e Raphael Guerreiro; William Carvalho, Sérgio Oliveira, João Mário e Bernardo Silva; Ricardo Pereira e Ivan Cavaleiro.

Deste elenco, saltam de imediato à vista os quatro nomes já citados: João Mário e William Carvalho, na altura ambos no Sporting, e Bernardo Silva e Raphael Guerreiro, que atuavam na Ligue 1, ao serviço de Mónaco e Lorient, respetivamente.

Pedro Paupério
Pedro Paupériohttp://www.bolanarede.pt
O Pedro é estudante de Ciências da Comunicação. Sendo um amante de desporto, é no futebol que encontra a sua maior paixão. A análise do que se passa em campo é a sua prioridade e não consegue ver um jogo sem tentar perceber tudo o que vai na cabeça dos treinadores. Idealiza uma cultura futebolística onde a tática e a técnica são muito mais discutidas do que a arbitragem.                                                                                                                                                 O Pedro escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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