O FC Porto tem uma história repleta de bons capitães, que dedicaram muito tempo da sua vida ao serviço do clube e, por isso, esta lista está condenada a ser sempre injusta. Primeiro, porque cria uma hierarquia que não é real e, segundo, porque o meu conhecimento da história do FC Porto a partir de uma certa antiguidade é apenas feito através de relatos de outros. Daí que esta lista seja, maioritariamente, constituída por figuras que eu tenho bem presentes na memória e que me marcaram como portista. No entanto, faço-a porque apesar de NES ter feito um excelente trabalho em restituir a mística e o ser PORTO, não temos, ainda, um capitão que faça jus aos nomes que envergaram e à história da braçadeira. Faço-a na esperança de que transmitir a história e o amor que estes senhores tiveram pelo FC Porto inspire o surgimento de um nome à altura e, também, para nos inspirarmos a preservar o que faz o FC Porto dominador: um querer incessante, inquebrável e imperturbável.
O João é do FC Porto desde que sabe o que é futebol; por fora de terras lusitanas é um ferrenho adepto da Juventus e também um admirador incondicional do 3-5-2 e do 3-4-3. Tem o sonho de ser treinador do FC Porto e, enquanto não o realiza, alimenta a sua paixão pelo futebol através da escrita e de incontáveis horas de Football Manager.
O João não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
Jannik Schuster, de 19 anos, é o mais recente reforço do Brentford. O defesa-central austríaco de 20 anos foi contratado ao RB Salzburge assinou até 2031, com a opção de extensão por mais uma época.
Eliza Turner, a terceira melhor marcadora da equipa de Futebol Feminino, prolongou o vínculo com o FC Porto até 2028, após ter estado em destaque na primeira época.
Álvaro Carreras e Álvaro Arbeloa em guerra aberta no balneário do Real Madrid. O lateral e o treinador desentenderam-se após o jogo frente ao Rayo Vallecano.