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Foto de Capa: Memória Portista
10.

Pinga – É recordado como um dos melhores avançados da história do futebol português e só jogou em dois clubes: Marítimo e FC Porto. O seu treinador, Josef Szabo, trouxe-o para o clube quando também pelo Marítimo foi contratado. O madeirense foi responsável pela conquista de dois campeonatos de Portugal (1931/32 e 1936/37), um titulo de campeão da I Liga (1934/35), um título de Campeão Nacional da I Divisão (1938/39 e 1939/40), e foi o melhor marcador do Campeonato da Liga 1935/36 (21 golos em 14 jogos). Nesta altura, o FC Porto não era a força dominadora do futebol português mas, se houve alguém responsável pelo início do sonho de poder ser, foi ele.
Foto de Capa: Memória Portista
9.

Cubillas – O verão de 1974 traria a Portugal um dos jogadores mais fenomenais que já pisaram os relvados portugueses. Teófilo Cubillas foi um homem que se conseguiu destacar e impressionar os portugueses num tempo em que havia Eusébio e Yazalde, duas das maiores referências de sempre do nosso futebol. Alguém que se destaca nestas condições, eleva o FC Porto e torna-o maior. Foi isso que ele fez. Cubillas era tão fenomenal que até Pelé chegou a considerá-lo como seu sucessor.
Foto de Capa: Memória Portista
8.

Fernando Couto – Provavelmente o melhor central da história do FC Porto. Está nesta lista porque tinha aquele espírito guerreiro que caracteriza os nortenhos e porque foi o melhor central que o clube já formou. Mas, acima de tudo, porque foi o modelo de uma série de centrais que se lhe seguiram e que foram todos eles grandes capitães: Jorge Costa, Jorge Andrade, Ricardo Carvalho, Pedro Emanuel, Bruno Alves, etc.
Foto de Capa: Memória Portista
7.

Fernando Gomes – O “Bibota” é o melhor ponta de lança da história do FC Porto. Um orgulho para qualquer portista. Jogava com a raça da cidade e era filho dela. Marcou 355 golos com a camisola do FC Porto, nas 451 vezes que envergou a camisola do FCP, e ganhou, duas vezes, a Bota de Ouro. Gomes fez os adversários tremerem perante o FCP nas décadas de 70 e 80 e isso é ser PORTO! Além disso, é um filho da cidade e ainda hoje está envolvido no clube.
Foto de Capa: Memória Portista
6.

Lucho González – Dos capitães estrangeiros que o FC Porto teve é, de facto, um dos que sentia mais o clube. Provou mesmo isso quando regressou em 2011/2012, aceitando uma gigante redução de vencimento numa altura em que já caminhava para o fim de carreira. Fez 230 jogos pelo FCP, nos quais marcou 57 golos e fez 36 assistências. “El Comandante” ficará sempre na memória dos portistas pela raça, profissionalismo, dedicação e qualidade que manifestou com a camisola do FC Porto e com a braçadeira de capitão.
Foto de Capa: Memória Portista
5.

Vítor Baía – A história de sucessos do FC Porto confunde-se com a história de Baía. O guarda-redes português disputou 700 jogos na sua carreira e 566 deles foram com a camisola do FC Porto. Ganhou a Intercontinental, a Liga dos Campeões, a Supertaça europeia, a taça UEFA, 10 Campeonatos, 5 taças de Portugal e 9 supertaças. Se alguém ganhou tudo o que havia para ganhar e levou o FC Porto ao seu melhor, foi ele. A sua dedicação ao clube é inesquecível e ficará marcado para sempre na minha memória o dia 20 de Maio de 2005, no qual, Jesualdo Ferreira o colocou em campo aos 86 minutos para que este pudesse acabar a carreira com mais um campeonato no palmarés.
Foto de Capa: Memória Portista
4.

Pedro Emanuel – Podia dizer muita coisa de Pedro Emanuel, mas não é preciso. Vejam só a cara dele quando ia bater o penalti decisivo na Taça Intercontinental e já ficam a saber que ele era um verdadeiro dragão e que o FC Porto estará sempre no seu coração. Juntando os jogos que fez pelo Boavista FC, foram 376 partidas a lutar pela Invicta.
Foto de Capa: Memória Portista
3.

Hélton – O guardião brasileiro foi um dos mais carismáticos e entusiasmantes jogadores que passou pelo FC Porto. Hélton tinha um sentimento profundo pelo clube e pela cidade e isso era muito patente na maneira como se comportava no relvado. A sua ligação muito próxima com os adeptos é um exemplo para qualquer capitão. O brasileiro não supera Vítor Baía em títulos, mas na época em que defendeu o FC Porto era muito raro ver um jogador estrangeiro, não formado no clube, sentir tanto a camisola e a braçadeira.
Foto de Capa: Memória Portista
2.

João Pinto – Será sempre lembrado como o homem que não largava a taça, fruto da ligação umbilical que estabeleceu com a taça dos Campeões Europeus. Foi formado no clube e jogou toda a carreira profissional no FC Porto, totalizando 657 jogos pelo clube. Um exemplo ímpar de dedicação e amor à camisola. Fazia uso de todas as suas armas para defender o clube, mesmo aquelas que excediam os limites. Era um daqueles jogadores para quem o FC Porto era tudo e o resto eram detalhes, mesmo as regras! Contando com os jogos dos juniores, vestiu a camisola durante 21 épocas!
Foto de Capa: Memória Portista
1.

Jorge Costa – “O bicho” era o seu nome e foi o “João Pinto” do meu tempo. Não era um prodígio na técnica, mas quando se tem a dedicação, a garra e o espírito combativo que ele tinha, essas coisas tornam-se detalhes. Jorge Costa é natural do Porto e o clube está-lhe no sangue. Era o verdadeiro líder em pessoa e tenho a certeza que, na maioria das vezes, um berro seu era a mais alta autoridade que havia. Disputou 383 jogos pelo FC Porto e quando entrava em campo, os adversários sabiam que ele e o FC Porto não eram para brincadeiras. Já vi incontáveis jogadores passarem pelo FC Porto e, se houve um que não vi curvar ou desistir perante as adversidades e os impossíveis, foi ele. Simplesmente não sabia fazê-lo.
Foto de Capa: Memória Portista
Artigo revisto por: Diana Martins









