O FC Porto tem uma história repleta de bons capitães, que dedicaram muito tempo da sua vida ao serviço do clube e, por isso, esta lista está condenada a ser sempre injusta. Primeiro, porque cria uma hierarquia que não é real e, segundo, porque o meu conhecimento da história do FC Porto a partir de uma certa antiguidade é apenas feito através de relatos de outros. Daí que esta lista seja, maioritariamente, constituída por figuras que eu tenho bem presentes na memória e que me marcaram como portista. No entanto, faço-a porque apesar de NES ter feito um excelente trabalho em restituir a mística e o ser PORTO, não temos, ainda, um capitão que faça jus aos nomes que envergaram e à história da braçadeira. Faço-a na esperança de que transmitir a história e o amor que estes senhores tiveram pelo FC Porto inspire o surgimento de um nome à altura e, também, para nos inspirarmos a preservar o que faz o FC Porto dominador: um querer incessante, inquebrável e imperturbável.
O João é do FC Porto desde que sabe o que é futebol; por fora de terras lusitanas é um ferrenho adepto da Juventus e também um admirador incondicional do 3-5-2 e do 3-4-3. Tem o sonho de ser treinador do FC Porto e, enquanto não o realiza, alimenta a sua paixão pelo futebol através da escrita e de incontáveis horas de Football Manager.
O João não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
Após uma noite com 18 jogos em simultâneo, estão fechadas as 16 equipas que irão participar nos playoffs de acesso aos oitavos-de-final da Europa League.