O FC Porto tem uma história repleta de bons capitães, que dedicaram muito tempo da sua vida ao serviço do clube e, por isso, esta lista está condenada a ser sempre injusta. Primeiro, porque cria uma hierarquia que não é real e, segundo, porque o meu conhecimento da história do FC Porto a partir de uma certa antiguidade é apenas feito através de relatos de outros. Daí que esta lista seja, maioritariamente, constituída por figuras que eu tenho bem presentes na memória e que me marcaram como portista. No entanto, faço-a porque apesar de NES ter feito um excelente trabalho em restituir a mística e o ser PORTO, não temos, ainda, um capitão que faça jus aos nomes que envergaram e à história da braçadeira. Faço-a na esperança de que transmitir a história e o amor que estes senhores tiveram pelo FC Porto inspire o surgimento de um nome à altura e, também, para nos inspirarmos a preservar o que faz o FC Porto dominador: um querer incessante, inquebrável e imperturbável.
O João é do FC Porto desde que sabe o que é futebol; por fora de terras lusitanas é um ferrenho adepto da Juventus e também um admirador incondicional do 3-5-2 e do 3-4-3. Tem o sonho de ser treinador do FC Porto e, enquanto não o realiza, alimenta a sua paixão pelo futebol através da escrita e de incontáveis horas de Football Manager.
O João não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
Cláudio Braga, avançado do Hearts, está entre os candidatos ao prémio de melhor jogador do campeonato escocês. O avançado português de 26 anos soma 17 golos e três assistências em 40 jogos pelo Hearts.
Harry Maguire recordou Ruben Amorim após a vitória do Manchester United frente ao Brentford. O defesa-central inglês falou das derrotas sofridas com o técnico português.
O FC Porto decidiu que prefere deixar a festa de campeão para a última jornada, apesar de poder confirmar o título frente ao Alverca no próximo sábado.