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Sérgio, à terceira é de vez?

José Mário Fernandes · 2 min

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Naquele que era o seu último jogo no ano de 2019, o FC Porto viajou até Chaves, onde defrontou (e venceu) a equipa local na jornada final da Taça da Liga.

Numa partida recheada de golos, a vitória acaba por assentar perfeitamente aos comandados de Sérgio Conceição, dada a superioridade demonstrada durante a totalidade dos noventa minutos.

Com este triunfo, os azuis e brancos conseguiram garantir um lugar na fase decisiva desta competição, onde terão a companhia dos “donos da casa”, o SC Braga, juntamente com Sporting CP e Vitória SC, sendo que será com este último que os dragões disputarão um lugar na final.

Comparativamente à época transata, de assinalar apenas uma troca nos quatro semifinalistas: para o lugar do SL Benfica, entra a equipa de Guimarães. Tal alteração faz com que, à partida, o FC Porto surja como principal favorito a levantar a taça, visto que não encontrará pelo caminho a formação da Luz, a única equipa em Portugal que, a meu ver, se encontra no mesmo patamar que o clube da Invicta.

A Taça da Liga não tem sido uma prova de boa memória para os portistas
Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Todavia, este não é um desafio que deva ser encarado de ânimo leve. Apenas uma equipa concentrada e competente será capaz de levar a melhor, primeiramente, frente ao Vitória SC e, após isso, frente ao vencedor do confronto entre “Sportings”.

Nesse capítulo, esta equipa já tem provado, infelizmente, nas últimas temporadas, que os momentos das decisões são uma espécie de “pesadelo”.

São já inúmeras as finais perdidas, desempates por grandes penalidades onde a equipa não consegue ser fria o suficiente para alcançar o triunfo, inclusivamente, alguns destes acontecimentos em jogos a contar para esta mesma competição.

Há que mudar o chip, há que ultrapassar este bloqueio mental que tem surgido nos momentos decisivos. Só assim é que será possível conquistar este troféu que, não sendo o mais prestigioso, materializa uma competição nacional oficial; e, sendo oficial, o pensamento tem de ser apenas um: o de ganhar. Tudo o que fuja disso será apenas e só um desfecho dececionante.

Foto de capa: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Artigo revisto por Joana Mendes

José Mário Fernandes

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