Rio Ave FC 2-1 CD Feirense: Reviravolta salta do banco

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BnR na Conferência de Imprensa

BnR: A segunda parte começou equilibrada, o Feirense teve até oportunidades para fazer o 2-0, acaba por sofrer o 2-1, é para si esse o momento chave do jogo?

Nuno Manta: A equipa entrou para a segunda parte e teve logo duas ocasiões para fazer o 2-0. Não fez, manteve-se estável, sofreu um golo e é evidente que a equipa fica receosa e que a equipa que faz o golo cresce e tenta de imediato potenciar o seu jogo ofensivo. Penso que não foi um momento chave para o Rio Ave, e nós continuámos serenos, com prudência em relação ao jogo e sabendo o que tínhamos de fazer, mas há que dar mérito ao Rio Ave, também nunca nos deixou sair na segunda parte com o critério que estávamos a ter na primeira e perdemos muitas vezes a bola com passes errados.

BnR: Gelson Dala chega no mercado de inverno, faz alguns jogos e deixa boas indicações, depois acaba por ficar afastado e hoje regressa e acaba por ser determinante com uma boa entrada e ao conquistar o lance do penálti. É uma das melhores notícias para o Rio Ave nesta fase da época, o seu regresso? E que importância pode ter no desfecho final do campeonato?

Miguel Cardoso: Acho que é fundamental perceber-se que a diversidade nos permite fazer mais escolhas. Dá mais disponibilidade, e permite-me poder escolher em função dos contextos, porque os adversários e os momentos de forma não são todos iguais, e acima de tudo permite-nos ter um nível competitivo de treino muito mais elevado. Nós tivemos, confesso, algumas semanas onde o nível de treino baixou, porque tivemos que chamar muitos jogadores da equipa B, e tivemos algumas dificuldades. O regresso do Gelson, do Leandrinho ou do Diego acrescentam e permitem-nos ter mais escolhas, e quem tem mais escolhas, se tiver critério, vai acertar.

Foto de Capa: Bola na Rede

Artigo revisto por: Jorge Neves

Pedro Paupério
Pedro Paupériohttp://www.bolanarede.pt
O Pedro é estudante de Ciências da Comunicação. Sendo um amante de desporto, é no futebol que encontra a sua maior paixão. A análise do que se passa em campo é a sua prioridade e não consegue ver um jogo sem tentar perceber tudo o que vai na cabeça dos treinadores. Idealiza uma cultura futebolística onde a tática e a técnica são muito mais discutidas do que a arbitragem.                                                                                                                                                 O Pedro escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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