SC Braga 4-2 CD Nacional: Arsenalistas encontraram-se no segundo tempo

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CONFERÊNCIA BnR

CD Nacional

BnR: Tem-se falado muito da possibilidade de o Braga lutar pelo título de campeão. Como treinador, daquilo que viu hoje acha esse objetivo exequível?

Costinha: Penso que essa é uma pergunta para o Abel, não é uma pergunta para mim. Deixe-me dizer, em todo o caso, que eu aprecio o estilo de jogo do Braga e do Abel, que é um treinador extremamente competente e que tem feito um belíssimo trabalho aqui no Braga. Como eu costumo dizer aos meus jogadores, os adversários têm dois braços, duas pernas, uma cabeça, portanto, são iguais a nós, depois o que muda é a mentalidade, a ambição, o compromisso que se tem para com esta profissão. Se vamos buscar esse tipo de comparações, havia muitos clubes no mundo que não podiam ser campeões europeus, outros que não podiam ser campeões em ligas tão competitivas como a inglesa, como a espanhola,… e o que é certo é que se os jogadores acreditarem nesse tipo de comportamentos e crescerem mentalmente para o jogo, não vou dizer que é fácil, mas torna-se mais fácil de poder chegar a esse objetivo.

Outras respostas:

«Penso que a minha equipa teve um bom comportamento.»

«A equipa do Braga foi um justo vencedor.»

«Fico satisfeito com a postura dos meus atletas, sobretudo, pela coragem também de vir jogar a Braga e não ficar apenas à espera que o Braga fizesse os golos.»

«O Bryan [Rochez] sentiu ali um problemazinho no gémeo e achamos melhor retirá-lo.»

SC Braga

BnR: Um jogo mais difícil na primeira parte mais, depois na segunda mais fácil.  O que mudou da primeira parte para a segunda para desbloquear o resultado neste primeiro jogo do Campeonato?

Abel Ferreira: Primeiro dizer-vos que nós somos uma equipa com alma, com sentimentos e não somos máquinas. E jogamos contra adversários e existem 34 jornadas, portanto, o que é preciso perceber é aquilo que temos que fazer, que foi exatamente a correção que foi feita ao intervalo. Porque entramos muito fortes no jogo, os primeiros dez minutos foram seguramente dos mais intensos que fizemos esta época aqui em casa. Só é possível, já disse isto várias vezes, uma boa dança quando há um bom par. E daí, uma das minhas palavras vão para o Nacional, para o seu treinador pela forma audaz como veio discutir aqui e só assim é que, na minha opinião, é possível um espetáculo destes. Referir também os 12 mil espetadores. O desafio é 15, está quase, mês de agosto, obrigado pelo apoio deles. Tenho a certeza que nos ajuda e de que maneira, sobretudo nos momentos mais difíceis e, se de facto nós queremos ser maiores, queremos ser diferentes, é exatamente nos momentos de maior dificuldade que precisamos do 13.º jogador e ele hoje, mais uma vez, esteve presente e mais uma vez nos ajudou a levar até ao fim e levar de vencido este adversário. E voltar a referir, que este também é um dos nossos lemas: Todos juntos somos mais fortes.

Outras respostas:

«O Nacional bloqueou-nos muito bem os nossos dois médios.» 

«Temos que ter a calma, a coragem e a confiança de perceber que o jogo só se fecha quando o árbitro apita no final, saber que isto é quase como uma luta de boxe e o importante é chegar ao final com a vitória.»

«A nossa força nota-se quando a nossa equipa tem coragem e confiança para ter bola.»

«A parte mental também é determinante para a recuperação dos jogadores.»

Foto de Capa: SC Braga

José Baptista
José Baptista
O José tem um amor eclético pelo desporto, em que o Ciclismo e o Futebol Americano são os amores maiores. É licenciado em Direito (U. Minho) e em Psicologia (U. Porto).

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