Falar de goleadores no futebol é falar daqueles que levam ao rubro um estádio, que nos levantam dos sofás ou das cadeiras dos cafés. E há de diferentes gostos, estilos e feitios – uns, mais sonsos, verdadeiros “ratos de área”, que esperam a oportunidade certa para fugir da pressão dos centrais rumo ao tento final; outros, mais físicos, verdadeiras mulas em campo, levam tudo à frente até ao golo; outros há ainda que não saem da área durante todo o jogo, parecem cravados ali à espera de quem lhe sirva de bandeja a bola para que façam aquilo que sabem fazer.
O critério usado para escolher este top 5 de goleadores leoninos foi o rácio entre os golos marcados face ao número de jogos disputados com a listada verde e branca por época. É, portanto, um top que valoriza os goleadores que foram “explosivos” no rácio acima apresentado.
Eis, de seguida, os 5 mágicos que levantaram estádios:
O Simão é psicólogo de profissão mas isso para aqui não importa nada. O que interessa é que vibra com as vitórias do Sporting Clube de Portugal e sofre perante as derrotas do seu clube. É um Sportinguista do Norte, mais concretamente da Maia, terra que o viu nascer e na qual habita. Considera que os clubes desportivos não estão nos estádios nem nos pavilhões, mas no palpitar frenético do coração dos adeptos e sócios.
O Simão escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
A lenda do AC Milan, Andriy Shevchenko, falou sobre a adaptação de Rafael Leão a uma nova posição no ataque da equipa, destacando as dificuldades do processo.
Memphis Depay, substituído ainda na primeira parte do empate entre Corinthians e Flamengo (1-1), esteve envolvido numa polémica ao ser apanhado no banco de suplentes a utilizar o telemóvel durante a segunda metade do jogo.
Zinédine Zidane tem um acordo verbal com a Federação Francesa de Futebol para suceder a Didier Deschamps no comando da seleção francesa. O jornal 'Le Parisien' avança que a troca deverá acontecer logo após o final do Mundial 2026.