Os jogadores “que ficaram”

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Quinze de Maio de 2018 – provavelmente o dia “mais negro” da história do Sporting Clube de Portugal. O plantel profissional masculino de futebol da equipa verde-e-branca vê o seu local de trabalho invadido e alguns jogadores são barbaramente agredidos.

O que se seguiu a este “momentus horribilis” tem várias leituras, várias interpretações e vários intervenientes. Não é disso que queremos e vamos falar. Queremos falar dos que ficaram… dos que acreditam no projeto do Sporting Clube de Portugal, dos que não quiseram virar costas ao clube e aos adeptos, dos que respeitaram minimamente o clube centenário dos leões.

Salin, André Pinto, Stefan Ristovski, Lumor, Piccini, Mathieu, Bruno César, Petrovic, Misic, Wendel, João Palhinha, Fredy Montero, Doumbia, seguiram para estágio na Suiça às ordens de José Peseiro e a estes ainda se faltam juntar os internacionais presentes no Mundial: Bruno Fernandes (que “rescindiu a rescisão”), Coates e Acuña.

Dos que ficaram e saíram na comunicação social os relatos dos próprios na GNR, foram quatro os jogadores agredidos: Acuña, Misic, Montero e Petrovic.

Está tudo OK para a próxima época. O Sporting Clube de Portugal vai estar pronto para lutar pelo título. Mais que nunca, a nossa união é feita de aço
Fonte: Sporting Clube de Portugal

A família sportinguista estava em choque. Isto não podia ter acontecido. Nem num universo paralelo bem negro os jogadores e equipa técnica poderiam ter sido agredidos e ter visto a sua integridade física ser colocada em causa.

A pouco e pouco, e após o pesadelo, começaram os “que ficaram” a mostrar que o clube não era aquilo… primeiro Palhinha, depois Montero (que curiosamente foi um dos agredidos) a não virarem as costas ao clube e a prometerem ainda mais trabalho e motivação para a próxima época. Coates também, apesar de ser mais profissional nas palavras, afirmando que “tinha contrato com o Sporting”. São estes os jogadores que queremos, são estes os jogadores com quem contamos, são estes aqueles que apoiaremos até ao minuto final. São estes que irão dar tudo por nós e que nós iremos dar tudo por eles.

Cada jogador foi livre de escolher o seu futuro e estes que “ficaram” não nos viraram as costas. Nós também não vos viraremos as costas e estaremos lá para vos apoiar em todas as ocasiões!

Que a promessa de Fredy Montero se cumpra: “Uma nova atitude e uma nova mentalidade!”

Foto de Capa: Sporting Clube de Portugal

artigo revisto por: Ana Ferreira

Pedro Miguel Silva
Pedro Miguel Silvahttp://www.bolanarede.pt
Seja fisicamente, seja em pensamento, seja com uma caneta na mão, "O Sporting é o nosso grande amor!".                                                                                                                                                 O Pedro não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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