Última horaManchester United pode provocar ‘terramoto’ no que diz respeito aos treinadores: eis o alvo dos red devils
Publicidade

João Sousa, ainda não foi desta

Gonçalo Bernardo Oliveira · 1 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Não têm sido dias fáceis para João Sousa no circuito masculino de ténis. O melhor português de sempre voltou a perder, esta terça-feira, no ATP 500 do Dubai, contra o tenista sérvio Filip Krajinovic.

O vimaranense teve um bom início de partida, ao conseguir o break no segundo jogo de serviço do sérvio. Conseguida a vantagem de dois jogos, João Sousa geriu o encontro da melhor forma e partiu em vantagem para o segundo set. Este foi de resto o primeiro set conquistado pelo número um nacional em 2020.

No começo do segundo set, João Sousa dispôs de três pontos de break, mas Filip Krajinovic recuperou e levou de vencido o seu jogo de serviço. A servir para fazer o 1-1, João Sousa não teve a mesma sorte do seu adversário e sofreu uma quebra de serviço. Mais à frente, o tenista natural de Guimarães desperdiçou, novamente, a oportunidade de fazer break e permitiu ao tenista sérvio igualar o encontro e levar as todas as decisões para terceiro set.

Filip Krajinovic começou a operar a reviravolta, após vencer o segundo set
Fonte: ATP Tour

No último jogo, João Sousa sofreu duas quebras de serviço consecutivas e, por momentos, deu a indicação de que a derrota estava garantida. No entanto, o tenista de 30 anos fez alguns pontos que lhe deram um pouco de confiança para fazer break e colocar o resultado em 1-3 a favor de Filip Krajinovic. Nos dois jogos de serviço que se seguiram, João Sousa voltou a disputar a partida, mas na hora de concluir as jogadas falhou. Quem não falhou foi o número 33.º do ranking ATP que pouco depois viria a confirmar a vitória com novo break.

Duas horas de encontro e o mesmo desfecho. Esta foi a quinta derrota seguida do tenista português que, ainda assim, realizou a melhor exibição até ao momento. João Sousa regressa aos courts no início de março para o disputar a Taça Davis.

Resultado Final: João Sousa 1-2 Filip Krajinovic (6-4/3-6/3-6)

Foto de Capa: ATP Tour

Revisto por: Jorge Neves

Gonçalo Bernardo Oliveira

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

A ligação do Celtic à cidade de Lisboa e a rumaria ao Jamor (1967)

A edição 2026/27 da UEFA Europa League marca o regresso do Celtic a Portugal, em especial à cidade de Lisboa. Onde já foi feliz e conquistou o maior título do seu palmarés: a Taça dos Campeões Europeus 1966/67. O momento é ainda mais histórico quando se olha para o histórico dos bhoys no nosso país. O Celtic jogou no nosso país por 13 vezes (12 contra equipas portuguesas) e venceu por três ocasiões. Duas das mesmas foram contra equipas lusas, ao Boavista (1-0 em 2002/03) e Vitória SC (2-1 em 1998/99). Na capital foi sempre derrotado por Benfica (quatro vezes) e Sporting (duas vezes). A exceção foi mesmo no dia 25 de maio de 1967.   Perante um Portugal ainda assombrado pela ditadura do Estado Novo, mas ainda assim anfitrião da final da competição, foi no Estádio do Jamor que se presenciou uma das mais épicas finais de sempre da Taça dos Campeões Europeus. Frente a frente com o Celtic estava o Inter de Milão. O estatuto de ambos não podia ser mais diferente. Enquanto os escoceses estavam numa final da Taça dos Campeões pela primeira vez, os italianos já eram bicampeões (venceram a competição em 1964 e 1965). Tal como era a primeira vez que uma equipa britânica estava na final, em contraste com os italianos que já a tinham vencido por três vezes (AC Milan em 1963 além das duas eterno rival da mesma cidade).

Jorge Afonso · 3 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Entrada à guerreiro na Dinamarca | FC Copenhaga x Braga

Tem início esta quinta-feira (dia 15 de outubro), a sexta edição da UEFA Conference League. Sinónimo de começo da caminhada da única equipa portuguesa na competição. O Braga desloca-se à Dinamarca para defrontar o Copenhaga. Duas equipas que têm um percurso semelhante na Conference League até ao momento. Ambas tiveram acesso à mesma através da passagem de três eliminatórias, os dois emblemas venceram quatro jogos e empataram dois e procuram agora entrar na competição com uma vitória. Se Copenhaga e Braga têm ambições a fazer um percurso europeu notável, o único aspeto que separa as duas equipas a nível interno. Se uma é já uma tradicional candidata ao título no seu país, a outra ainda está um patamar atrás dos tradicionais (três) candidatos. Entrar a ganhar na Conference League é muito importante para a equipa de Carlos Vicens começar um novo ciclo de bons resultados. Ocupando atualmente o sétimo lugar na Liga Portuguesa tendo mais jogos não ganhos (quatro) do que ganhos (três) e tendo tantos golos sofridos como marcados (oito cada), é relevante para os bracarenses reverter a situação o quanto antes. Dentro da própria equipa, a situação não aparenta estabilidade total. Se é verdade que o modelo tático é o mesmo desde a época passada e as próprias opções, que são múltiplas para cada posição, têm tido utilização regular, também é verdade que Vicens ainda não repetiu totalmente um onze de um jogo para outro. De jogo para jogo, tem existido praticamente uma alteração por setor, existindo sempre alguma incerteza nas opções e são poucos os que em condições normais são considerados "titulares indiscutíveis".

Jorge Afonso · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.