Última horaRelatório e Contas: FC Porto SAD apresenta saldo negativo de 21,1 milhões de euros em 2025/26
Publicidade

Mercado de Inverno

Luís Coelho · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

fc porto cabeçalho

Estamos praticamente a meio do mês de Janeiro e, com isso, restam cerca de 15 dias para o FC Porto fazer os ajustes necessários no seu plantel.

Até ao momento foram mais as saídas do que as entradas. Foram colocados na porta de saída: Evandro (Oficial no Hull City), Sérgio Oliveira e Adrian Lopez, que procuram clube. A única entrada foi o regresso do herói Kelvin.

Quais os ajustes de que o plantel precisa? Esta é a pergunta que deve ser feita.

O setor defensivo está consistente, Felipe e Telles foram duas apostas ganhas, e Layún não deve demorar a estar pronto a competir, por isso acredito que neste setor não existirão mudanças.

No meio do terreno o plantel tinha excesso de jogadores, e por isso Evandro e Sérgio Oliveira tiveram guia de marcha. Com Danilo e Rúben Neves como opções para a posição “6”, e Oliver, Herrera e André André como soluções para a posição “8”, a equipa está bem servida e tem soluções suficientes para os desafios que se avizinham.

Nas alas também existem várias soluções. Corona e Brahimi são os mais talentosos, embora o argelino possa estar fora cerca de um mês, mas essa ausência pode não ser crucial, visto que os próximos dois jogos são caseiros e com um grau de dificuldade reduzida. Kelvin pode ser uma solução para a segunda metade da época: é um jogador muito querido pelos adeptos e esse fator pode ser importante na sua utilização, principalmente nos jogos do Dragão. João Carlos Teixeira parece começar a ganhar o seu espaço na equipa e pode ser uma boa surpresa na segunda volta. Otávio estará pronto a competir em Fevereiro, e ainda resta Varela: embora esteja muito longe do jogador que foi, na minha opinião o clube deveria encontrar uma solução para o internacional português. Talvez o mercado turco seja uma solução.

Resumindo, existe qualidade nas alas, embora um extremo rápido com forte jogo exterior pudesse ser uma mais-valia, visto que os extremos existentes são bem mais fortes no jogo interior do que no jogo exterior e no aproveitamento da linha de fundo.

Para a dupla de atacantes existem quatro soluções: o indiscutível André Silva, Diogo Jota, Depoitre e o jovem Rui Pedro. É nesta zona do terreno que é preciso um acréscimo de qualidade e experiência. Os jovens jogadores portugueses têm muita qualidade, mas trata-se de muita juventude junta. É uma zona do campo onde a experiência e a frieza são muitas vezes fundamentais na hora de finalizar. Um jogador experiente com conhecimento do futebol europeu pode ser a solução.

A equipa não precisa de grandes mudanças. Uma ou duas aquisições pode ser o suficiente, isto se não existirem saídas de última hora.

 

Foto de Capa: FC Porto

Artigo revisto por: Manuela Baptista Coelho

Luís Coelho

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quatro pontos de distância, muito mais em jogo | Braga x Sporting

O Estádio Municipal de Braga recebe, esta sexta-feira, 9 de outubro, às 20h15, um dos encontros mais aguardados da oitava jornada da Primeira Liga portuguesa 26/27. Braga e Sporting estão separados por quatro pontos, num duelo que pode ter consequências importantes nas ambições das duas equipas. Os leões ocupam o terceiro lugar, com 15 pontos, ainda sem derrotas, mas já a seis do líder FC Porto. Os arsenalistas seguem na sexta posição, com 11 pontos e um jogo em atraso, procurando aproveitar o fator casa para se aproximar dos lugares cimeiros. A equipa de Carlos Vicens chega ao encontro depois de um empate sem golos diante do Santa Clara, numa temporada em que tem revelado consistência defensiva, mas também algumas dificuldades na concretização. Com apenas sete golos marcados em seis jornadas, o Braga apresenta números ofensivos modestos para as suas ambições. Do outro lado, o Sporting de Rui Borges continua invicto, mas os empates consecutivos frente a Famalicão e Arouca impediram os leões de acompanhar o ritmo do FC Porto. A formação leonina soma 17 golos em sete partidas, mas já consentiu oito, um indicador das dificuldades que tem sentido para controlar determinados momentos dos encontros.

Tiago Campos · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.