Chegarão as Seleções sul-americanas com força ao próximo Mundial?

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Historicamente, sempre houve grande equilíbrio entre América do Sul e Europa em Mundiais de Futebol. Os títulos, portanto, costumavam ser bem divididos entre os dois continentes. Todavia, de 2006 a 2018 houve um grande domínio europeu, que só foi quebrado em 2022, com a incrível campanha da Argentina. Será que as seleções sul-americanas terão força em 2026? Esta é a pergunta que milhões de adeptos têm tentado responder com o betclic código promocional.

É inegável que a Europa tem mais possibilidades de títulos, uma vez que possui um número maior de seleções. A América do Sul, aliás, só tem três campeões até hoje. E um deles, o Uruguai, venceu o seu último título em 1950. Embora tenha feito boas campanhas recentes, o país conta com apenas 3,5 milhões de habitantes, o que dificulta bastante na hora de montar equipas que possam lutar pela taça.

Para piorar, o Brasil vive a pior crise técnica da sua história. A ascensão do futebol europeu, a partir de 2006, coincide com o início da derrocada brasileira. De lá para cá, a seleção foi perdendo força de maneira gradual. Se antes havia abundância de craques, agora os grandes jogadores são cada vez mais escassos.

Desta forma, há muito tempo o Brasil só vem sendo considerado favorito devido à sua tradição. Mas, com a bola a rolar, a seleção não consegue uma boa campanha desde 2002, quando foi campeã pela última vez. Desde então, foram cinco participações em Mundiais, com quatro eliminações nos quartos de final.

Ao longo dos últimos anos, o país que tem levado a América do Sul mais longe tem sido a Argentina. Vice-campeões em 2014 e campeões em 2022, os argentinos contaram com uma geração de altíssimo nível, capitaneada por Lionel Messi e Ángel Di Maria. Acontece que os dois já estão na reta final das suas carreiras, e é provável que não participem da Copa em 2026.

Com tudo isto em mente, a América do Sul poderá fazer frente ao poderio europeu na próxima edição do Mundial? Em 2026, a tendência é que o Brasil ainda não tenha recuperado o seu antigo nível e a Argentina sofra uma queda, uma vez que não é simples encontrar substitutos para Messi e Di Maria. Isso, portanto, abre caminho para alguma seleção europeia voltar a levantar a taça.

E a tendência para os próximos anos é que a diferença de títulos aumente a favor da Europa, com s seleções sul-americanas beliscando um título aqui, outro ali. É claro que há muitos jogadores talentosos nos países da América do Sul, mas o futebol europeu, hoje, está alguns degraus acima.

Redação BnR
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