5 pontos negativos dos NY Jets em 2025

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Por muito que se tente encontrar razões para se estar esperançoso com o futuro dos Jets (e há algumas), não há como negar que a temporada que agora termina foi um desastre. Com o segundo pior registo da Liga, o Estádio Metlife voltou a ser palco de exibições desinspiradas que deixam os adeptos cada vez mais frustrados. Entre tanto que correu mal, estes são os principais destaques.

5.

Quem são estes linebackers? – À entrada para a época de 2025, um dos pontos fortes apontados aos Jets era o seu duo de linebackers, composto por Jamien Sherwood e Quincy Williams. No entanto, foi tudo ao contrário com esta a ser uma das posições mais débeis da equipa. Algumas lesões não ajudaram, mas as estrelas não se adaptaram ao novo sistema e será preciso algo mudar neste grupo.

4.

Sem alerta de furacão – Tyler Baron e Kiko Mauigoa foram duas das escolhas de draft tardias dos Jets. Ambos vindos dos Furacões de Miami, eram vistos como peças desenvolvimentais de quem não se esperava um impacto imediato, mas alguns vislumbres de potencial. Nem isso. Foram duas cartas fora do baralho. Mauigoa, pelo menos, ainda teve algumas participações decentes, mas Baron nunca pareceu preparado para jogar entre os profissionais.

3.

Não devia ser assim tão difícil marcar pontos – O ataque dos Jets continua a fraquejar. É verdade que esta é uma realidade que se vai repetindo ano após ano, mas desta vez a ineptitude foi particularmente visível. É frustrante olhar para o lado e ver como a Liga está hoje repleta de conjuntos capazes de gerar jardas e mais jardas ofensivas, enquanto os Jets são capazes de evoluir e passam largos períodos sem encontrar a Endzone adversária.

2.

Estrelas dão jeito para vencer – As saídas de Quinnen Williams e Sauce Gardner ofereceram aos Jets uma possibilidade de reconstruir um futuro com um vasto conjunto de altas escolhas no draft. Ainda assim, a verdade é que as grandes equipas se constroem em redor das suas estrelas e as mantêm enquanto estão no seu pico de capacidades e os Jets despacharam as suas duas maiores.

1.

Zona de voo histórica – Pela primeira vez na história da NFL, uma equipa concluiu uma época inteira sem obter uma única intercepção. É o corolário do quão fraca foi a defesa novaiorquina na temporada agora terminada, um marco de mediocridade que perdurará como lembrança deste ano. Com um treinador defensivo (e experienciado em interceptar a bola até nos seus tempos de jogador), mudar este estado das coisas tem de ser uma prioridade.

José Baptista
José Baptistahttp://www.bolanarede.pt
O José tem 24 anos e é de Direito. Adora escrever e, para ele, o desporto deve ser em quantidade e em variedade. O Ciclismo é a sua grande paixão e em 2015 redescobriu o Wrestling.                                                                                                                                                 O José escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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