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5 pontos positivos dos NY Jets em 2025

José Baptista · 2 min

5 pontos positivos dos NY Jets em 2025

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Com novo treinador e novo Diretor Geral, a época de 2025 dos New York Jets marcou o início de um novo ciclo. Não foi uma época fácil e o produto desportivo ficou, frequentemente, abaixo das (já baixas) expectativas. Ainda assim, continuam a existir pontos positivos, aqui ficam alguns deles.

5.

Equipas especiais de elite – Se a defesa e o ataque dos Jets foram dos piores da Liga, as equipas especiais foram o exato oposto. A escolha de Chris Banjo para liderar o grupo foi em cheio e o jovem treinador colocou em campo um grupo disciplinado, empenhado e capaz de virar jogos. Para mais, a equipa parece finalmente ter um Punter de longo prazo em Austin McNamara.

4.

Vislumbres de um futuro prometedor – Numa época que acabou com um registo final de 3-14 (empatado para o pior da Liga), certamente não há vontade de ver repetido o produto que a equipa apresentou durante a maior parte da temporada. Porém, houve momentos que deixaram esperança de que a equipa técnica sabe o que fazer. Desde dar luta até ao fim a Steelers e Bucs até à vitória sobre os Falcons, houve momentos (ainda que fugazes) em que os Jets pareciam um conjunto competente. Há (alguma) esperança.

3.

Toda a proteção necessária – Se há local que é fulcral para obter sucesso no futebol são as trincheiras. E, do lado do ataque, os Jets parecem ter a questão resolvida para os anos vindouros. A sua linha ofensiva já é acima da média e é maioritariamente jovem. Com Fashanu e Membou nas pontas e Tippmann no interior, mais de metade da linha está assegurada para a próxima década com muita qualidade. Um presente de boas-vindas muito desejado para quem for o próximo Quarterback a vestir de verde Gotham.

2.

As pechinchas de Mougey – De Jowon Briggs a Jarvis Brownlee Jr., de Harrison Phillips a Adonai Mitchell, o novo Diretor Geral esteve atarefado a acrescentar valor ao plantel (e muito dele com previsão de ficar na equipa a longo prazo) pagando muito pouco por isso. Numa Liga em que muitos pecam por não apostar o suficiente em trocas, Mougey não hesitou em mexer no mercado para começar a criar um grupo à sua imagem.

1.

Capital no draft de sobra – Com o péssimo desempenho em campo e as trocas de Sauce Gardner e Quinnen Williams, os Jets têm agora um vasto leque de escolhas de draft em posições de destaque para mudar o rumo da sua equipa (incluindo três escolhas no top 33 em cada um dos próximos dois drafts). Se souberem o que fazer com elas, poderão dar uma volta de 180º a este plantel e o seu futuro será risonho.

José Baptista

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