Realizou-se esta quinta-feira a Quarta Conferência Bola Branca, que contou com vários convidados. Pedro Proença esteve presente.
Realizou-se esta quinta-feira a Quarta Conferência Bola Branca, organizada pela Rádio Renascença que contou com várias figuras públicas ligadas ao desporto. Pedro Proença, presidente da Federação Portuguesa de Futebol, marcou presença e falou do Mundial 2026:
«Não há nenhum português que não vá com grande ilusão para o Mundial. Temos jogadores a jogarem em equipas de topo. A estrutura da formação vem mostrado há décadas a sua capacidade. Tenho dito que nem os portugueses me permitiriam ter essa falta de ambição. Quem tem estes jogadores e esta estrutura tem que se assumir. Temos capacidades de vencer. Portugal é campeão em título da Liga das Nações. Se virmos as equipas que lá estiveram… só temos que adicionar o Brasil e a Argentina. Somos das 4.5.6 seleções habilitadas para vencer o Mundial. Não esperem um presidente sem essa ambição. Eu digo de forma clara. Temos um trabalho estruturado. Não há país nenhum que tenha estado em oito finais no último ano».
O dirigente foi questionado sobre o facto de Roberto Martínez não considerar Portugal como favorito:
«São 10 jogos, iremos todos começar numa fase de grupos. Não há nenhuma divergência, mas mais prudência por parte do selecionador. Enquanto tivermos esta qualidade, não posso ter um discurso diferente. É um trabalho com muitas especificidades. Podemos afirmar que estamos nas equipas que querem ser campeões do mundo».
O ex-árbitro falou sobre o futuro de Roberto Martínez:
«Eu vou plagiar o que o mister diz. O presidente da federação e o mister estão absolutamente alinhados. Há um foco completo no que é o Mundial. Em cinco minutos resolvemos o tema da continuidade. Há sempre avaliações».
Pedro Proença rejeitou comentar as palavras de Jorge Jesus:
«Não vou falar de futuros nomes. Deixo como registo é assistirmos aos últimos anos. A forma como os treinadores com alta capacidade falam de que querem treinar a seleção. Têm essa ambição e ficamos satisfeitos».
O presidente da FPF comentou o futebol de formação:
«Reajo com naturalidade. Temos uma seleção com grande talento e depois vem outra geração com menos talento. Queremos cumprir o plano estratégico. O jogador tem um eixo central. Queremos potenciar a criação de talento que possa chegar à seleção A e que possamos estar mais perto do sucesso. Há dias em que temos alegrias e outros com menos alegrias».

