Última horaEis a lista de 24 convocados do Benfica para o jogo contra o Omonia na Europa League

Redação Bola na Rede

Jorge Afonso

86 artigos publicados · no Bola na Rede desde 2025

O Jorge apaixonou-se pelo futebol num dérbi em Alvalade e nunca mais largou. Licenciado em Comunicação Social e mestre em Ciência Política, vive entre estatísticas, memórias épicas e o encanto de equipas como o Barça de Guardiola ou a França de Zidane.

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Opinião

A ligação do Celtic à cidade de Lisboa e a rumaria ao Jamor (1967)

A edição 2026/27 da UEFA Europa League marca o regresso do Celtic a Portugal, em especial à cidade de Lisboa. Onde já foi feliz e conquistou o maior título do seu palmarés: a Taça dos Campeões Europeus 1966/67. O momento é ainda mais histórico quando se olha para o histórico dos bhoys no nosso país. O Celtic jogou no nosso país por 13 vezes (12 contra equipas portuguesas) e venceu por três ocasiões. Duas das mesmas foram contra equipas lusas, ao Boavista (1-0 em 2002/03) e Vitória SC (2-1 em 1998/99). Na capital foi sempre derrotado por Benfica (quatro vezes) e Sporting (duas vezes). A exceção foi mesmo no dia 25 de maio de 1967.   Perante um Portugal ainda assombrado pela ditadura do Estado Novo, mas ainda assim anfitrião da final da competição, foi no Estádio do Jamor que se presenciou uma das mais épicas finais de sempre da Taça dos Campeões Europeus. Frente a frente com o Celtic estava o Inter de Milão. O estatuto de ambos não podia ser mais diferente. Enquanto os escoceses estavam numa final da Taça dos Campeões pela primeira vez, os italianos já eram bicampeões (venceram a competição em 1964 e 1965). Tal como era a primeira vez que uma equipa britânica estava na final, em contraste com os italianos que já a tinham vencido por três vezes (AC Milan em 1963 além das duas eterno rival da mesma cidade).

Jorge Afonso · 3 min de leitura
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Opinião

Entrada à guerreiro na Dinamarca | FC Copenhaga x Braga

Tem início esta quinta-feira (dia 15 de outubro), a sexta edição da UEFA Conference League. Sinónimo de começo da caminhada da única equipa portuguesa na competição. O Braga desloca-se à Dinamarca para defrontar o Copenhaga. Duas equipas que têm um percurso semelhante na Conference League até ao momento. Ambas tiveram acesso à mesma através da passagem de três eliminatórias, os dois emblemas venceram quatro jogos e empataram dois e procuram agora entrar na competição com uma vitória. Se Copenhaga e Braga têm ambições a fazer um percurso europeu notável, o único aspeto que separa as duas equipas a nível interno. Se uma é já uma tradicional candidata ao título no seu país, a outra ainda está um patamar atrás dos tradicionais (três) candidatos. Entrar a ganhar na Conference League é muito importante para a equipa de Carlos Vicens começar um novo ciclo de bons resultados. Ocupando atualmente o sétimo lugar na Liga Portuguesa tendo mais jogos não ganhos (quatro) do que ganhos (três) e tendo tantos golos sofridos como marcados (oito cada), é relevante para os bracarenses reverter a situação o quanto antes. Dentro da própria equipa, a situação não aparenta estabilidade total. Se é verdade que o modelo tático é o mesmo desde a época passada e as próprias opções, que são múltiplas para cada posição, têm tido utilização regular, também é verdade que Vicens ainda não repetiu totalmente um onze de um jogo para outro. De jogo para jogo, tem existido praticamente uma alteração por setor, existindo sempre alguma incerteza nas opções e são poucos os que em condições normais são considerados "titulares indiscutíveis".

Jorge Afonso · 7 min de leitura
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Opinião

Duelo exigente pelo segundo triunfo | Lens x Sporting

Está de volta a UEFA Champions League para a segunda jornada da fase de Liga. Entre muitos jogos que se prevêem intensos, os adeptos de futebol irão desfrutar de um duelo entre Lens e Sporting. Duas equipas que venceram o primeiro embate da competição e um segundo triunfo deixará qualquer uma das equipas com um caminho mais favorável, não apenas para finalizar um bom começo, mas ficando em melhores circunstâncias de sonhar com um apuramento direto para os oitavos de final. Após três empates que atrasaram o caminho na Liga Portuguesa, a equipa de Rui Borges procura de forma consistente construir um novo ciclo de bons resultados. Tendo regressado às vitórias em Braga, o desafio seguinte é Lens. Os desafios em França são historicamente difíceis para os leões (apenas duas vitórias em dez deslocações) e este não fugirá a essa realidade.

Jorge Afonso · 6 min de leitura
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Opinião

Cristiano Ronaldo: Obviamente, Finish

Existem momentos em que no espaço futebolístico e mediático não se fala noutro tema. Sendo esses momentos absolutamente inevitáveis, em muitos deve haver consciência por parte dos protagonistas, ações algo dignas e a capacidade de seguir em frente. Assim deve ser, não só pelo respeito por quem está a ver (o país e até o mundo), mas sobretudo pelo respeito por si próprios. Assim foi, tem sido e devia ser o recente escândalo em torno da seleção nacional, envolvendo Pedro Proença, Jorge Jesus e maioritariamente Cristiano Ronaldo.   Em vez de ir cronologicamente e ao pormenor a cada um dos acontecimentos que fizeram parte desta polémica, que já foram repetidos várias vezes pelos média ou tentar perceber, ponto por ponto, quem teve razão e quem não teve, que seria muito aborrecido e sinceramente já é algo enjoativo (pois há teorias e boatos sobre o que qualquer uma das partes terá dito ou feito), é mais necessário colocar um ponto final em todo este embaraço. Todo este imbróglio deixa fragilizado o prestígio da Federação Portuguesa de Futebol (mais que a do seu Presidente), a figura do Selecionador Nacional e ainda mais, o legado e a imagem de Cristiano Ronaldo.

Jorge Afonso · 12 min de leitura
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Recordar é Viver

Recordar é Viver | Luís Figo: O Príncipe Génio que fintava com o corpo

O futebol é protagonizado por craques e as memórias que ficam são muito constituídas pelas lembranças que os mesmos deixam. A memória e as lembranças dos craques que outrora vimos são fundamentais para um dia os recordar devidamente. E este é sem dúvida um dos melhores que as quatro linhas de um campo algum dia teve o privilégio de ver atuar. No verão de 2026 fez 20 anos que alguém absolutamente lendário no futebol português e mundial deixou de representar a seleção nacional. Fê-lo pela última vez no Campeonato do Mundo de 2006 na Alemanha, ajudando a equipa orientada por Luiz Felipe Scolari a chegar ao pódio das quatro melhores seleções. Trata-se de Luís Figo. Um jogador absolutamente singular na história do futebol português e internacional, pelo seu percurso, pela sua genialidade com a bola nos pés, momentos individuais e coletivos inesquecíveis e pelo seu tipo de liderança. Uma liderança serena e com base no respeito para com os adversários e vice-versa. A sua carreira brilhante dentro do campo, foi também marcada por algumas polémicas. Nunca com base no seu temperamento, visto ter tido sempre um perfil discreto, reservado e tendo sido um líder dentro e fora do campo. Mas com base nas decisões tomadas e na gestão da carreira. 

Jorge Afonso · 16 min de leitura
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FC Porto

Mais um capítulo do clássico com duas ideias | FC Porto x Benfica

A sétima jornada da Liga Portuguesa 2026/27 oferece-nos o primeiro clássico da época. FC Porto e Benfica dividem forças no Estádio do Dragão, num duelo que vale a liderança da prova. Francesco Farioli comanda a equipa campeã nacional e melhor defesa da competição até ao momento (dois golos sofridos), Marco Silva lidera o conjunto que almeja ser o principal pretendente à conquista do título e melhor ataque da prova até à data (21 golos marcados). Sendo certo que qualquer resultado, nomeadamente o empate, mantém tudo em aberto, é igualmente certo que uma vitória de uma das equipas pode mudar ligeiramente a dinâmica atual. Um triunfo do FC Porto coloca já as águias a cinco pontos do primeiro lugar e torna o cenário dos portistas mais acessível na sua gestão da liderança. No entanto, uma vitória benfiquista no Dragão faz subir a águia para o primeiro lugar e manter a mesma numa senda de bons resultados muito relevante que será difícil contrariar.

Jorge Afonso · 7 min de leitura
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FC Porto

6 FC Porto x Benfica que aqueceram a 1.ª volta do campeonato

A jornada sete da Liga 2026/27 traz mais um FC Porto x Benfica que tem influência direta no topo da tabela classificativa. Uma circunstância já recorrente, mas é sempre a ideal para um clássico ser vivido (como muitos no passado) com muita paixão, intensidade, nervosismo e um conjunto de desejo de vitória do clube, com vontade de nunca perder para o rival. Sendo as águias, seguidos dos dragões, os conjuntos que mais venceram a Liga Portuguesa (38 para os encarnados e 31 para os azuis e brancos), naturalmente muitos dos resultados dos clássicos tiveram influência direta no desfecho final de quem seria o campeão. Quando assim não foi, pelo menos, uma vitória sobre o rival serviu como trunfo para chegar ao troféu, impedir o rival de chegar ou pelo menos, dificultar-lhe o objetivo. Por vezes, independentemente se o jogo fora na primeira ou segunda volta. Uma das riquezas do clássico entre FC Porto e Benfica, é que o histórico mostra que já de tudo isto aconteceu.

Jorge Afonso · 18 min de leitura
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Opinião

Entre o fundo e o topo | Casa Pia x FC Porto

A jornada seis da Liga Portuguesa vai trazer o encontro mais desigual da tabela classificativa. O líder e campeão nacional FC Porto desloca-se ao sul do país defrontar o Casa Pia, o último classificado. Um conjunto luta pela sexta vitória consecutiva e o outro trabalha para alcançar o primeiro triunfo. A equipa favorita, deixou três pontos neste campo na época passada, precisamente na primeira derrota que Francesco Farioli teve na Liga Portuguesa. Começando pela equipa de Farioli, existem dois desafios presentes a que é necessário dar resposta já neste jogo. Um está relacionado com o jogo da passada terça-feira (8 de setembro), a derrota no confronto com o Manchester City para a UEFA Champions League. Embora tenha vendido cara a derrota à equipa inglesa e defensivamente tenha tido um rendimento consistente, nomeadamente a grande exibição de Diogo Costa. No entanto, o mesmo rendimento dos portistas deixou muito a desejar do ponto de vista ofensivo, com pouca iniciativa e poucos remates dos quais nenhum se dirigiu à baliza. A equipa tem o desafio de dar já resposta em Rio Maior, para assim deixar já para trás o momento negativo da primeira jornada da competição europeia.

Jorge Afonso · 7 min de leitura
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Sporting

Leão quer manter o rugido | Sporting x CD Nacional

Decorrido um mês de Liga, está concluído o arranque da principal prova do futebol português. No duelo deste sábado a contar para a quinta jornada, encontram-se duas equipas que tiveram começos muito distintos. Apesar de um arranque em falso na Amadora, o Sporting vem de três triunfos seguidos e com melhoras constantes que estão a tornar promissora a dinâmica da equipa. Já no CD Nacional, um começo positivo não teve sequência com duas derrotas e que culminaram na saída do técnico João Gião à quarta jornada. Para o encontro de Alvalade, os objetivos são distintos. Os homens da casa procuram uma vitória clara em busca de uma sequência de resultados positivos que não faça perder de vista a liderança isolada. Os visitantes aparecerão na capital com um novo corpo técnico, em busca do primeiro resultado positivo após a mudança e tentando fugir dos últimos lugares da tabela classificativa.

Jorge Afonso · 7 min de leitura
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Champions League

Sorteio da Champions League: sonhos, desafios e grandes duelos

Após o sorteio desta quinta-feira no Mónaco, está tudo a postos para a UEFA Champions League 2026/27. Mais uma edição da competição mais aguardada pelos adeptos do futebol europeu e mundial a nível de clubes. Já se prevendo competitivo e com jogos de ritmo altíssimo, o calendário da prova milionária da presente época promete e preenche ambos os requisitos. O formato mais recente da Champions League, ao contrário do anterior (fase de grupos com quatro equipas), está nitidamente desenhado para muitos grandes jogos e um percurso de oito jogos iniciais de Liga em que praticamente nenhum emblema estará descansado e com o apuramento conseguido muito cedo. Enquanto muitas equipas estarão de calculadora na mão para alcançar um apuramento para o play-off, outras estarão na mesma situação na busca por um apuramento direto aos oitavos de final. Começa nos dias nove, dez e onze de setembro a caminhada de todos os clubes rumo a uma desejada final em Madrid.

Jorge Afonso · 7 min de leitura
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As mais lidas hoje

O que toda a gente está a ler agora.

Opinião

Manuel Bento: O “Pé de Chibo” das balizas

Quarenta anos depois do Campeonato do Mundo 1986, há que recordar alguém que esteve pela última vez em grande plano na sua carreira na competição disputada do México. Esse alguém é Manuel Galrinho Bento, considerado ainda hoje um dos melhores guarda-redes portugueses de sempre. Nascido na Golegã (Ribatejo) a 25 de junho de 1948. Desde cedo se tornou, no sentido positivo, um obcecado pelo seu trabalho e pelo treino. Dá nas vistas pela primeira vez clube onde inicia a sua formação, o Clube Atlético Riachense. Foi-se mostrando um guardião bastante consistente entre os postes e atrevido nas bolas baixas. Pouco tempo depois, soube que o clube da sua terra (o Goleganense) abriu uma secção de juniores. Assim, em vez de fazer os já tradicionais cinco quilómetros de bicicleta depois do trabalho na construção civil para ir treinar e jogar, Bento já podia fazer o que amava ao lado de casa. Mal se deu a mudança, aumentaram os rumores que de havia forte talento nas balizas da Golegã. É por esta altura que surge uma das suas primeiras alcunhas: "O Yashin da Golegã". Despertou o interesse de diversos clubes, mas era "sol de pouca dura". Acabavam por desistir, muito com base no argumento da sua altura (1,73cm). No entanto, o Sporting acaba por se chegar à frente, mas a forma de atuar do clube verde e branco acaba por indignar Bento.

Jorge Afonso · 10 min de leitura
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Opinião

Dragão é palco dos primeiros pontos em jogo | FC Porto x Alverca

No início de mais uma edição da Liga Portuguesa, o campeão FC Porto tem a circunstância especial de começar a caminhada rumo ao bicampeonato perante os seus adeptos no seu estádio. Após a sofrida conquista da Supertaça frente ao Torreense em Coimbra, a equipa de Francesco Farioli procura agora entrar com o pé direito na principal prova que será uma longa maratona. Com o mercado de transferências a fechar só daqui a 24 dias, o plantel portista ainda está longe de estar fechado. Por exemplo, ainda que Diogo Costa e Froholdt estejam entre os indiscutíveis para atacar os três pontos neste jogo, a continuidade de ambos no dragão ainda não é certa. Os dragões são superfavoritos para este encontro, mas o rendimento da equipa será uma das principais preocupações dos adeptos e observadores. Faz parte do ADN dos campeões nacionais ter posse de bola, iniciativa, pressão em busca do espaço e ritmo elevado por parte da maioria dos seus elementos (laterais, extremos, médios mais ofensivos e ponta de lança) em busca de ocasiões de golo. Espera-se uma equipa portista que ataque a vantagem o mais brevemente possível, mas ficará na expetativa a estratégia da equipa de Farioli a seguir à liderança no marcador.

Jorge Afonso · 5 min de leitura
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FC Porto

5 reforços ideais para o FC Porto 26/27

Ainda faltando mais de um mês para encerrar o mercado de transferências de verão, as equipas ainda estão a tempo de reforçar o plantel. Umas das mesmas com últimos retoques, outras com mais reforços de peso. O caso do FC Porto enquadra-se relativamente em ambas. É certo que os dragões têm um plantel com qualidade para revalidar o título de campeão alcançado na última época. No entanto, é também uma realidade que os dragões venceram com pouca vantagem os rivais (pontos, futebol praticado e estatísticas) e necessitam de um plantel mais recheado para a nova temporada. Isto, porque além do desafio de chegar ao bicampeonato, vai haver a disputa da UEFA Champions League e restantes provas internas que a equipa de Francesco Farioli naturalmente quer vencer.

Jorge Afonso · 6 min de leitura
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Campeonato do Mundo

Mundial 2026 | A vitória do futebol coletivo e aparição das últimas danças

Terminado mais um Mundial, é tempo de balanços e de reviver os momentos mais marcantes de uma competição que entrará para os manuais da história do futebol. O Mundial das Américas ficou marcado com excelentes jogos, momentos de futebol coletivo que fez conjuntos nacionais chegarem à vitória, cenas de habilidade individual de um jogador que fez o público regozijar-se de ver e momentos negativos que não deveriam acontecer dentro e fora das quatro linhas. Para começar, além de felicitar pelo triunfo mais que justo, há que mencionar a seleção espanhola. A "La Roja" contou com grupo de jogadores absolutamente único e com um selecionador que conhece o seu ADN como poucos. Uma junção que resultou no melhor rendimento e resultado, além do percurso não ter sido nada fácil (eliminou Portugal, Bélgica, França e Argentina na final). Após um período de quase uma década (2014-2022) em que se assistiu à queda da geração de ouro do futebol espanhol (Xavi, Iniesta, Casillas, Puyol, Xabi Alonso, David Villa, Cesc Fábregas, David Silva ou Fernando Torres) e ao nascimento de novos talentos que ainda precisavam de tempo para crescer e se consolidarem (Rodri, Unai Simón, Pedri, Dani Olmo, Laporte, Marcos Llorente, Ferrán Torres, Nico Williams, Alex Baldé, Fabián Ruiz ou Mikel Oyarzabal), foi necessário passar por uma renovação e reconstrução do futebol de base espanhol.

Jorge Afonso · 9 min de leitura
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Campeonato do Mundo

Uma rivalidade eterna que vale um lugar na final | Inglaterra x Argentina

Vinte e quatro anos depois, Inglaterra e Argentina encontram-se novamente numa eliminatória do Campeonato do Mundo, sendo que será pela primeira vez a contar para as meias-finais do mais famoso torneio do mundo. Um confronto entre duas das melhores seleções até ao momento, tanto nos resultados alcançados como no nível futebolístico apresentado. A seleção inglesa apresenta um nível muito alto e consolidado. Em seis jogos venceu cinco (4-2 à Croácia, 2-0 a Panamá, 2-1 à RD Congo, 3-2 ao México e 2-1 à Noruega após prolongamento) e apenas ficou em branco (0-0) no embate frente ao Gana de Carlos Queiroz. A equipa de Thomas Tuchel embora não tenha sempre um domínio enorme sobre o adversário nem uma posse de bola sempre esmagadora, tem um estilo intenso e vertical. Dificulta imenso a mobilidade da seleção adversária através da sua pressão alta, pratica muitas transições quando recupera a bola no seu meio-campo e consegue atacar pelo centro do terreno, mas fá-lo com mais rapidez a partir das alas.

Jorge Afonso · 6 min de leitura
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Seleção Nacional

Cristiano Ronaldo: A dor do fim inevitável

Após a participação de Portugal no Mundial 2026 ter terminado de forma algo inglória e com um balanço negativo em geral, existem vários temas a serem tratados antes da equipa nacional iniciar o próximo ciclo. Sendo certo que o mais falado já teve tratamento com a saída de Roberto Martínez para a entrada de Jorge Jesus e assim existirão mudanças a nível tático e espera-se o mesmo no rendimento da equipa. No entanto, ainda existe outro que permanece pendente e é inevitável: a continuidade de Cristiano Ronaldo na seleção. Embora o novo selecionador tenha dado a entender na sua apresentação que ainda não tinha falado com o capitão da seleção sobre a sua continuidade, tudo indica que Jesus não se irá opor à mesma. Ficou apenas no ar que não terá problema em substituir Ronaldo mais vezes do que Martínez o fez, o resto permanece uma incógnita.

Jorge Afonso · 8 min de leitura
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Seleção Nacional

Hora do mata-mata: Portugal previsível e sem chama

A seleção de Portugal está apurada para os dezasseis avos de final do Mundial 2026, com apenas uma vitória em três jogos e um futebol praticado muito longe de convencer. Finalizada a fase de grupos e com o caminho aberto para as eliminatórias, é um momento para um breve balanço do desempenho da seleção nacional portuguesa nos primeiros três jogos e perspetivas para a próxima etapa. A crítica principal vai para Roberto Martinez. Já pecando pela demora, é notória a falta de capacidade do selecionador nacional em implementar um estilo de jogo coeso, equilibrado e capaz de alinhar a qualidade do atual plantel português. Além de ter mantido vários elementos tempo de mais no onze titular sem que tal o justificasse, em todos os setores do campo, à exceção da baliza. Tendo sido a Colômbia a principal adversária de Portugal na disputa pelo primeiro lugar do grupo, não se percebe que os jogos com o Congo e Uzbequistão tenham sido jogos em que não foram dadas oportunidades a alguns jogadores (à partida) não titulares.

Jorge Afonso · 9 min de leitura
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