Carlo Ancelotti analisou a vitória do Brasil sobre o Egito, refletiu sobre a dupla Vinícius Júnior-Raphinha e abordou a lesão de Wesley.
No sábado passado, o Brasil venceu o Egito por 2-1 no último jogo de preparação para o Mundial 2026. Após o encontro, Carlo Ancelotti começou por revelar que já definiu o onze titular para o primeiro jogo do torneio, deixando elogios à dupla de Vinícius Júnior e Raphinha:
«Eu tenho a escalação inicial para jogar contra o Marrocos. Tenho uma ideia clara. Eu acho que a dupla Vinicius e Raphinha funcionou muito bem. Porque combinaram bem, tivemos oportunidades. Eu acho que a partida dos dois foi muito boa».
De seguida, comentou a infeliz lesão de Wesley, que deve afastar o defesa-lateral do Mundial:
« Wesley temos que esperar o diagnóstico amanhã. Vai fazer exames. Tem um problema muscular. Temos que esperar. Uma pena a lesão do Wesley. Mas temos jogadores que podem substituí-lo. Marquinhos e Gabriel são indiscutíveis para o próximo jogo. Jogaram até o último jogo, na final da Champions, agora não estão 100%. Vamos treinar bem, e eles vão estar preparados para o jogo».
Relativamente a potenciais substitutos na convocatória, referiu:
«A melhor solução para ajudar a equipa. Temos que esperar amanhã para ver o diagnóstico (do Wesley). Eu acho que ele terá tempo para recuperar e estar connosco neste Mundial, senão temos que escolher outro, mas temos tempo para fazê-lo. Danilo pode jogar em todas as posições. Com a lesão do Wesley, precisamos dele como lateral direito. O Ibañez também pode jogar por ali, como jogou contra o Panamá. No momento, são essas as soluções para a lesão do Wesley. Vamos esperar amanhã e tomar a decisão necessária».
Carlo Ancelotti mostrou-se satisfeito com a prestação do brasil, reforçando que o jogo deixou mais certezas que dúvidas:
«Mais certeza porque eu acho que a equipa está bem. Fizemos 60 minutos bons, em nível defensivo e ofensivo. Pressionamos alto, bem, equipa jogou com intensidade, respeitando o plano do jogo. Então, muito mais certezas. A equipa jogou bem. Jogou com intensidade, ritmo, qualidade. Intensidade na pressão. Os últimos trinta minutos acredito que precisávamos de mais controlo. Forçamos muito ataque em profundidade. Não precisávamos disso, estávamos a ganhar».
O selecionador não esqueceu Endrick, que marcou o golo que garantiu o triunfo:
«Endrick tem essa qualidade. É muito potente, muito bem posicionado na área, marcou… É um jogador importante para nós. Tem que seguir. Todos os jogadores são importantes, com diferentes características. Matheus (Cunha) pode não finalizar como Endrick, mas é muito importante para a construção do jogo».
