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EM DIRETO: Renato Veiga fala com os jornalistas nesta segunda-feira: «Receberam-me muito bem desde que cheguei à seleção»

Ricardo João Lopes · 3 min

Renato Veiga Kacper Urbanski Portugal Polónia
Foto: Diogo Cardoso / Bola na Rede

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Renato Veiga falou com a imprensa durante esta segunda-feira. A seleção de Portugal continua a treinar na Cidade do Futebol.

Renato Veiga vai falar com a imprensa a partir das 17 horas desta segunda-feira. A seleção de Portugal continua a treinar na Cidade do Futebol e no dia 10 de junho vai enfrentar a Nigéria em jogo particular.

«Acho que isso vem de uma forma natural, tento fazer o melhor todos os dias. Receberam-me muito bem desde que cheguei à seleção, a mim e a todos os outros que têm aparecido. Acho que isso facilita as coisas, é muito fácil integrar-se neste grupo, porque os jogadores, apesar de serem muito bons e estarmos num nível muito alto, são muito acessíveis e muito humildes, e isso facilita o trabalho e a integração de quem chega de novo», começou por afirmar.

Renato Veiga falou também de Rúben Dias:

«O nosso balneário é o nosso maior trunfo. O ambiente que se vive no dia a dia dentro da seleção é muito bom. São grandes seres humanos e grandes pessoas. Isso facilita muito. Independentemente de quem jogue, essas pessoas vão dar o máximo por Portugal, e isso é o que mais importa. Há sempre uma concorrência muito forte, porque Portugal é uma das melhores seleções do mundo. Mas neste momento, a nossa concorrência está lá fora, que são agora os primeiros três jogos do Mundial. Quem estiver lá dentro vai dar o máximo».

O defesa de 22 anos falou também do desgaste e dos testes que vão ser feitos na equipa portuguesa:

«Hoje em dia, há cada vez mais jogos, mas tentamos preparar-nos da melhor forma possível. Acho que para um Campeonato do Mundo não falta motivação. Não faltarão baterias. Olhamos todos para uma grande missão e tentar fazer o melhor por Portugal. Testes? Honestamente, acho que isso cabe mais ao míster. Claro que ainda continuam a ser jogos de preparação para os três jogos que iremos ter na fase de grupos, e servem para trabalhar algumas experiências e temos estado a trabalhar dia após dia para todos os encontros que aí vêm».

Renato Veiga falou também do aniversário na conquista da Liga das Nações:

«Vou ser honesto, quando o Chico me disse que ia fazer a conferência hoje, fiquei feliz porque faz exatamente um ano desde o meu primeiro troféu na seleção e foi um momento especial, sempre que falo dele fico com pele de galinha, e fico feliz por estar aqui um ano depois a preparar o Mundial. Sobre diferenças no Renato Veiga dessa final e de hoje, este ano foi um ano em que joguei muito, que era algo que procurava, pelo que tudo o que vem com isso é muito importante, principalmente ter rotinas com a minha idade. Foi um ano importante para crescer e ter alguma continuidade, que nos últimos dois anos não tive, por ter feito seis meses na Juventus e outros seis no Chelsea, e agora fiz uma temporada inteira no Villarreal, o que me ajudou bastante a crescer».

O internacional português falou também da expulsão de Rafael Leão no último jogo particular:

«Acho que o que se passou espelha muito aquilo que é o nosso balneário. Obviamente que temos de ter cabeça fria, sempre, mas sendo ou não um jogo particular, quando um dos nossos, neste caso, estava num conflito, o que está mais perto foi ajudar. Neste caso, foi o Rafael Leão. Foi proteger o colega e eu também fui tentar proteger quem já lá estava. Nós protegemo-nos uns aos outros, como disse, o balneário é o nosso maior trunfo e estamos aqui para nos proteger uns aos outros, independentemente de quem esteja do outro lado».

Renato Veiga falou também das chances de Portugal no Mundial 2026:

«Não há que fugir à qualidade de Portugal. Acho que candidatos somos, favoritos acho que não. Ao longo da competição, se nos fizerem essa pergunta daqui a umas semanas, poderei responder melhor».

O internacional português respondeu também ao Bola na Rede e falou da sua polivalência:

«Sinto-me mais confortável como defesa central, mas estou preparado para jogar onde o míster precisar de mim, e isso ajuda a entender melhor o jogo, porque cada posição requer competências distintas».

Podes assistir em direto às palavras de Renato Veiga:

Ricardo João Lopes

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