Victor Froholdt, Luuk de Jong e Cláudio Ramos falaram sobre o arranque da temporada 2025/26, no primeiro episódio do documentário do FC Porto.
No primeiro episódio do documentário do FC Porto, entitulado «Conseguimos juntos», Victor Froholdt, Luuk de Jong e Cláudio Ramos refletiram sobre os primeiros passos da temporada 2025/26. O avançado neerlandês começou por recordar o momento em que surgiu no jogo de apresentação no Estádio do Dragão como contratação surpresa:
«Tudo começou com uma chamada com o míster Francesco Farioli acho que uma ou duas semanas antes de tudo ficar fechado, quando fizemos um plano com o presidente. Queríamos mesmo fazer a surpresa durante o dia da apresentação e eu disse: ‘Porque não? Vamos tentar!’. Neste mundo vai ser difícil mas vamos tentar. Tentei evitar ao máximo as pessoas com um chapéu, tentei ir para lugares isolados. Quando tínhamos que embarcar eu escondi-me atrás do chapéu diretamente para o avião num canto com o chapéu para baixo. Entrei no balneário e todos os jogadores ficaram: ‘O que se passa aqui? Temos um jogador novo e nem sabemos nada?’. Até eles ficaram surpreendidos. Saí para o relvado e foi estranho, normalmente as pessoas já sabem que vens e estão preparados, desta vez não imaginas como será a reação deles. Foi bom, pensei em todos os cenários, como será que eles vão reagir e os adeptos ficaram realmente surpreendidos, foi muito bom de ver».
Victor Froholdt abordou a adaptação à nova casa e a ligação aos adeptos portistas:
«Recordo particularmente o jogo contra o Atlético de Madrid, em casa, foi aí que me afirmei como jogador em Porto e mostrei à cidade que eu estava aqui pronto para a época. Eu era um miúdo introvertido quando cheguei, num sítio novo, levou algum tempo a estar confortável, mas as pessoas no clube, jogadores, staff, fizeram-me um Victor diferente. Agora sinto-me em casa no Porto, sobretudo no clube. Os adeptos, os portistas, são fanáticos por futebol e adoram o clube».
Enquanto elemento com mais experiência no clube, Cláudio Ramos revelou o impacto da visita ao Museu do FC Porto:
«Foi muito bem conseguida porque a realidade é que nós chegamos ao FC Porto e não há o hábito de ir visitar o museu ou a pessoa vai por própria vontade. Nunca fomos em equipa, pelo menos em seis anos que estou aqui foi a primeira vez que o fizemos. E ir lá e as pessoas verem o que foi o passado do FC Porto, as conquistas que o clube teve, termos a possibilidade de ouvir jogadores, ex-jogadores que tiveram uma história grande aqui no clube e perceber como eles viviam o clube, a mensagem que eles nos passaram…isso tudo foi bem conseguido»
