Francesco Farioli fez a análise ao triunfo do FC Porto frente ao Rio Ave. O técnico respondeu à pergunta do Bola na Rede em conferência de imprensa.
Francesco Farioli analisou o triunfo do FC Porto frente ao Rio Ave por 2-0. O Bola na Rede esteve presente no Estádio dos Arcos e teve a oportunidade de colocar uma questão ao técnico italiano.
Lê também a questão colocada a Sotiris Silaidopoulos, treinador do Rio Ave.
Bola na Rede: Perante a primeira linha de pressão do Rio Ave com apenas o tamble, pergunto-lhe que papel teve o Kiwior na construção. Se de certa forma Podemos ver mais vezes o central a arriscar na condução para superar linhas E, por outro lado, de que forma é que o posicionamento do Nehuén Pérez foi importante nessa primeira fase de construção para o Porto progredir com bola?
Francesco Farioli: Isso é algo que, dependendo de como o adversário se posiciona em campo, há momentos em que o central precisa de tomar essa iniciativa. Recordo-me de uma ação no início da segunda parte em que o Kiwior conduziu a bola até quase à área adversária, porque todos os outros jogadores estavam marcados homem a homem pelo adversário. O avançado estava a tentar cobrir a linha do Bednarek e o Kiwior teve de conduzir por dentro. Isto será preciso, caso haja esse cenário. Precisamos destas iniciativas e de agressividade com bola e, quando um central for chamado para este tipo de ações, deve ganhar metros com a bola. Acerca do Nehuén, acho que teve uma boa performance, apesar de não ser uma posição tão usual para ele e mesmo não treinando nesta posição. Só quando soube que o Martim Fernandes estava de fora para o jogo é que tomei esta decisão e falei com ele para ver se ele se sentia confortável, e ele disse: “Onde precisar, eu vou jogar.” É um jogador inteligente, nessa parte é muito flexível e adaptável, como o Pablo Rosário, e acho que fez um grande jogo.

