Enzo Maresca marcou presença na conferência de antevisão à 1.ª jornada da Champions League, entre FC Porto e Manchester City.
O Manchester City visita o FC Porto na primeira jornada da fase de liga da Champions League, com apito inicial marcado para as 20h desta terça-feira. Na conferência de antevisão à partida, Enzo Maresca começou por analisar o estilo de jogo dos dragões:
«É uma equipa muito boa. Tem um estilo de jogo muito claro. São agressivos sem bola, então parabéns para o FC Porto. Mas amanhã espero que possamos vencer».
De seguida, o técnico italiano responde aos comentários do compatriota Francesco Farioli sobre o investimento de 527 milhões de euros no mercado:
«É uma pergunta para o Francesco. No meu ponto de vista não é uma pressão, é um privilégio».
Questionado sobre o possível favoritismo para a partida, Enzo Maresca respondeu:
« Estamos aqui para dar o nosso melhor. O jogo vai definir quem são os favoritos. É um campo difícil de jogar. Vamos tentar dar o nosso melhor e vencer o jogo. Sei que o FC Porto é forte nas bolas paradas. Isso já faz parte do jogo. Temos de ser perfeitos no nosso jogo».
O técnico falou também sobre a mudança de posição de Rico Lewis:
«Faz sempre parte de um plano de jogo. Quando a bola está do nosso lado, o Rico também baixa um pouco para gerir o jogo e o tempo. Quando estamos no meio-campo adversário, precisamos do Rico na posição onde ele pode ser perigoso. No último jogo contra o Coventry, ligámos com ele cinco ou seis vezes entre linhas e criámos ocasiões. Por isso, depende um pouco de onde estamos, mas certamente que, do nosso lado, ele dá-nos mais controlo. No lado oposto, é perigoso com o último passe, assistência ou golo».
Sobre as declarações de Erling Haaland sobre o desgaste da participação no Mundial:
«Sim, não é fácil para eles. Não é fácil para o Erling nem para a maioria dos jogadores que continuam a jogar pelo clube e pela seleção nacional. Mais uma vez, acho que é correto, no momento em que vês que este tipo de jogadores começa a estar cansado, dar-lhes algum descanso. Pode ser um jogo de fora ou uma semana de folga, depende um pouco do momento em que estamos. Mas a prioridade, do meu ponto de vista, é permitir que os jogadores estejam em forma, bem e felizes. No momento em que vês que estão cansados, há o risco de se lesionarem e nós precisamos de onze jogadores a cem por cento»
Por fim, o técnico abordou ainda o novo formato da Champions League:
«É sempre especial, uma bela competição, temos de nos adaptar. É uma competição diferente, mas a ambição continua a mesma».

