O Palmeiras eliminou o LDU Quito em penáltis e garantiu a passagem à sexta meia-final da Taça Libertadores em sete anos.
Apesar da expulsão de Abel Ferreira na segunda parte, o Palmeiras garantiu um lugar nas meias-finais da Taça Libertadores, pela sexta vez em sete anos, batendo o LDU Quito em penáltis. O adjunto Vítor Castanheira marcou presença na conferência de imprensa de rescaldo do jogo e começou por afirmar:
«As circunstâncias do jogo levaram-nos a dizer: não precisávamos sofrer tanto. Essa é a realidade porque tínhamos o jogo controlado, mas no futebol às vezes em dois minutos as coisas mudam. E mudaram».
O treinador-adjunto abordou a vitória decidida em penáltis e revelou a mensagem que passou aos jogadores:
«Felizmente, hoje a maldição dos penáltis acabou. A estratégia para os penáltis, tínhamos falado sobre isso. Não é fácil devido às circunstâncias, um jogo que está praticamente ganho, emocionalmente acaba por mexer… Mas quando reunimos os jogadores foi: ‘Vamos ter calma, vamos ter mais uma oportunidade para ganhar, sabemos o que temos que fazer e sejam decididos, não tenham dúvidas, quando partirem para a bola vão com confiança daquilo que tem que fazer’».
Sobre a estratégia para o jogo, Vítor Castanheira explicou:
«Esta equipa entra forte em casa e não podíamos dar espaço entre linhas e nos corredores, porque força muito cruzamento e a trajetória da bola nem sempre é aquilo que estamos habituados. Sempre que recuperávamos a bola, tentávamos agredir em transições, fechar os espaços, ser compacto e quando recuperasse, puder transitar pra agredir».
Por fim, o técnico abordou os dois golos sofridos pelo Palmeiras na reta final da partida:
«Em relação aos dois golos, relaxamento não, os adeptos estavam desacreditados. Tínhamos o jogo praticamente controlado, mas um cruzamento acabou por sobrar a bola e eles em dois três minutos acreditam. São circunstâncias do jogo… a equipa continuou com a mesma estratégia e mesmo plano, mas as vezes estas situações acontecem».



