Ivan Baptista analisou o duelo entre o Benfica e o Bayern Munique da Champions League Feminina. Alemãs venceram por 3-0.
Ivan Baptista fez o rescaldo do jogo da 2.ª jornada da Champions League Feminina. No Estádio da Luz, o Bayern Munique superiorizou-se na reta final e bateu o Benfica por 3-0.
«Jogo dividido. Equipas ao longo de 74 minutos com ascendentes uma sobre a outra. Das poucas e claras oportunidades de golo, cinco foram nossas. Acusámos o primeiro golo, um belíssimo golo, mas que acusámos em demasia. A equipa teve de ir atrás. Num jogo tão equilibrado, e com um golo numa fase tão adiantada, é natural que o jogo se parta. A equipa acabou por subir linhas, sentíamos o ascendente e supremacia, e sentíamos que estávamos por cima. Pagámos caro esse momento. O primeiro golo desbloqueia um jogo muito equilibrado. Estivemos muito tempo por cima e oportunidades claras. Resultado pesado. Os resultados são sempre justos, pagámos caro a ineficácia em momentos essenciais».
«Adeptos? O resultado mostra a eficácia das equipas, dentro das zonas decisivas, as áreas. Tivemos os nossos momentos, estivemos bem a maioria do tempo. O apoio sentiu-se desde o início. Conseguimos causar muito transtorno ao Bayern, senti que dominámos nos primeiros 20 minutos. Rapidamente corrigimos o momento com bola, a segunda parte demonstra-o. Pagámos caro, os adeptos mereciam mais. Nenhuma jogadora deve sair envergonhada, pelo contrário».
«Substituições? Ao intervalo foi uma decisão técnica. Sentíamos que precisávamos de uma média de transporte, a Norton tem isso. Ajustámos para ter esse lado diferenciador, no transporte, no lado físico segurar bola. A questão da Pauleta foi uma limitação que sentiu. Com as opções que temos, há riscos que não precisamos de correr».

