“New York, concrete jungle where dreams are made of…”

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Jean Eric-Vergne, piloto francês de 28 anos é o quarto campeão da Fórmula E. O francês sucede assim ao brasileiro Lucas Di Grassi. 

Vergne começou a sua carreira nos Fórmulas em 2007, na Formula Campus Renault até que em 2010 ganhou a F3 britânica a conduzir pela Carlin. A partir daí foi presença habitual nas várias Fórmulas 3, até chegar à Fórmula Renault 3.5 Series. Esta seria a sua rampa de lançamento para a maior montra dos desportos motorizados, a F1.

Na temporada de 2011 enquanto conduzia na Fórmula Renault 3.5 Series, Vergne foi piloto de testes da Scuderia Toro Rosso. Em 2012 veio a confirmação oficial de que o francês iria conduzir a temporada completa pela equipa italiana. Mas o francês foi sempre um mal-amado neste mundo. A F1 é uma competição onde existe muita pressão, tal como disse Mark Webber numa entrevista à “Beyond the Grid | F1 Podcast”. Talvez por isso o francês nunca se conseguiu impor. Na temporada de 2015, Jean Eric-Vergne não teve lugar e acabou por assinar pela Ferrari como piloto de testes, mas o seu trabalho seria principalmente no simulador da equipa de Maranello. 

Em conjunto com o papel de piloto de testes da Ferrari, Vergne foi para um campeonato recentemente criado, a Fórmula E. Na primeira temporada da Fórmula E, o francês assinou pela Andretti Motorsport, equipa atual do nosso António Félix da Costa. Ainda passou pela DS Virgin até que assinou pelos chineses da Techeetah. Na primeira época pela equipa chinesa Vergne ficou em quinto no campeonato, com cinco pódios e uma vitória. Mas nada previa o que iria acontecer este ano. Quatro vitórias, seis pódios, voltas rápidas e 198 pontos tornaram Vergne no primeiro francês a ganhar a Fórmula E.

Jean Eric Vergne a correr pela Scuderia Toro Rosso em 2014
Fonte: Scuderia Toro Rosso

A sua coroação veio neste último Grande Prémio, em Nova Iorque, nos Estados Unidos da América. 

A primeira qualificação viu os dois pilotos da Techeetah, Vergne e o alemão Andre Lotterer serem penalizados para o final da grelha após uso abusivo da potência máxima, dificultando assim o trabalho de Vergne pela conquista do campeonato. O rival do campeonato mais próximo, Sam Bird, classificava-se em 14 da grelha. A pole position ia para Sebastien Buemi, da DAMS, com 1.13.911m.

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