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21 de Janeiro, 2022

Miguel Branco

Miguel Branco

Filho pródigo de Almada e Jornalista no i - não leiam nada meu que isso faz mal às varizes - e um rapaz com medo de alturas. O meu prato preferido é chocos assados com tinta, favas com chouriço, cozido à portuguesa, vou parar. Benfiquista de gema, mas crítico, não cego, da estrutura. Até porque nunca gostei do Dumbo. Bem haja.                                                                                                                                                 O Miguel não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

Será desta, nuestros hermanos?

Para um ex-jogador de andebol é sempre com muito agrado que vejo chegar mais uma edição do Europeu. Esta edição de 2014 realiza-se na Dinamarca,

Deixem o Rei morrer

Já há muito tempo não escrevia por estas bandas. Ossos do ofício que impedem à criação criativa, com efeitos severos de asfixia da escrita mais

Ensaio sobre a cegueira, constante

Não sou bruxo. Mas por duas vezes me manifestei aqui, anteriormente, sobre a má forma de jogadores do Benfica. Ola John marcou contra o Cinfães

Um jogo à Premier

Bem sei que os sportinguistas têm razão de queixa da arbitragem. Não o nego, não sou cego ao contrário do Paulo Fonseca na cuspidela do

Jogo da Época

Nem eu, nem ninguém – presumo -, acredita naquela declaração clássica que jogadores, equipa-técnica e dirigentes têm 20 vezes por época: “O próximo jogo é

Desculpem-se com a crise

10 anos da Catedral, dia bonito, pois claro. Vai daí e chovem bilhetes a 5€ para sócios e a 15€ para simpatizantes, para qualquer bancada.

O Dumbo é mouco porque ninguém fala

“Dumbo” foi a quarta longa-metragem de animação da Disney produzida em 1941. A parábola gira em torno de um elefante renegado e ridicularizado pelas suas