As três finais europeias da época registam a presença de quatro técnicos espanhóis: Mikel Arteta e Luis Enrique na Liga dos Campeões; Unai Emery na Liga Europa; e Inigo Pérez na Liga Conferência.
O seu estilo de liderança não traduz a imprevisibilidade nem o optimismo das ideias táticas. Não tem a impertinência de Conte, a obsessão de Pep ou a electricidade de Simeone.
Comiserações sobre desiguais realidades financeiras à parte, o sucesso do Newcastle árabe, pacientemente manejado pela audácia refrescante dum ainda promissor Eddie Howe.
As três finais europeias da época registam a presença de quatro técnicos espanhóis: Mikel Arteta e Luis Enrique na Liga dos Campeões; Unai Emery na Liga Europa; e Inigo Pérez na Liga Conferência.
O seu estilo de liderança não traduz a imprevisibilidade nem o optimismo das ideias táticas. Não tem a impertinência de Conte, a obsessão de Pep ou a electricidade de Simeone.
Comiserações sobre desiguais realidades financeiras à parte, o sucesso do Newcastle árabe, pacientemente manejado pela audácia refrescante dum ainda promissor Eddie Howe.