O Lyon reverteu a desvantagem da primeira mão (1-2) ao vencer o Arsenal por 3-1. A equipa francesa avança assim para a final da Champions League Feminina, onde irá defrontar o Barcelona ou o Bayern Munique.
O seu estilo de liderança não traduz a imprevisibilidade nem o optimismo das ideias táticas. Não tem a impertinência de Conte, a obsessão de Pep ou a electricidade de Simeone.
Comiserações sobre desiguais realidades financeiras à parte, o sucesso do Newcastle árabe, pacientemente manejado pela audácia refrescante dum ainda promissor Eddie Howe.
O Lyon reverteu a desvantagem da primeira mão (1-2) ao vencer o Arsenal por 3-1. A equipa francesa avança assim para a final da Champions League Feminina, onde irá defrontar o Barcelona ou o Bayern Munique.
O seu estilo de liderança não traduz a imprevisibilidade nem o optimismo das ideias táticas. Não tem a impertinência de Conte, a obsessão de Pep ou a electricidade de Simeone.
Comiserações sobre desiguais realidades financeiras à parte, o sucesso do Newcastle árabe, pacientemente manejado pela audácia refrescante dum ainda promissor Eddie Howe.