Sportinguista sofredor desde que se conhece, a verdade é que isso nunca garantiu grande facciosismo, sendo que não tem qualquer problema em criticar o seu clube quando é caso disso, às vezes até com maior afinco do que com os rivais. A principal paixão, aliás, sempre foi o futebol no seu contexto mais generalizado, acabando por ser sintomático que tenha começado a ler jornais desportivos logo que aprendeu a ler. Quanto ao ídolo de infância, esse será e corre o risco o de ser sempre o Krassimir Balakov, internacional búlgaro que lhe ofereceu a alcunha de “Bala” até hoje. Ricardo admite que ser jornalista desportivo foi um sonho de miúdo que conseguiu concretizar e o que mais o estimula na área passa pela análise de jogos e jogadores, nomeadamente os que ainda estão no futebol de formação ou naqueles campeonatos menos mediáticos e que pensa sempre que ninguém vê como o japonês, sul-coreano ou israelita..
O Ricardo não escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.
Todos sabemos que a evolução num futebolista nunca é uma constante absoluta, sendo que alguns jogadores têm uma progressão tranquila, enquanto outros parecem explodir...
Existe sempre alguma renitência dos maiores clubes portugueses em apostar directamente em valores que vão desenvolvendo o seu futebol no escalão secundário do nosso...
Todos sabemos que a evolução num futebolista nunca é uma constante absoluta, sendo que alguns jogadores têm uma progressão tranquila, enquanto outros parecem explodir...
Existe sempre alguma renitência dos maiores clubes portugueses em apostar directamente em valores que vão desenvolvendo o seu futebol no escalão secundário do nosso...