A FIFA pondera vender até 30% do Mundial a investidores privados, o que gerou indignação e ameaça de boicote por federações europeias.
A intenção da FIFA de vender entre 20 a 30 por cento do Mundial a investidores privados está a causar forte contestação na Europa. A ideia de Gianni Infantino visa criar uma nova empresa para aumentar as receitas do torneio, mas a medida foi recebida com grande preocupação pela UEFA e pelas várias federações do continente.
Perante esta possibilidade, vários países europeus agendaram uma reunião de emergência para definir uma posição conjunta. Em cima da mesa está mesmo a ameaça de boicotar os próximos Mundiais, caso a FIFA avance com a alienação de parte da competição a fundos de investimento.
A polémica chegou também à política, com o primeiro-ministro do Reino Unido, Andy Burnham, a criticar duramente a medida. O governante defendeu publicamente que «o futebol pertence aos adeptos» e que a maior competição do mundo não está à venda para investidores privados.

