António Conceição concedeu uma entrevista em exclusivo ao Bola na Rede. O treinador admitiu o amor pelo Braga.
António Conceição foi o mais recente entrevistado pelo Bola na Rede. O treinador falou da relação com o Braga enquanto adepto, mas confessou já não ter o sonho de treinar os arsenalistas.
«O João Pinto dizia que o coração era azul e branco, não era? O meu posso dizer que é vermelho porque as cores do Braga são vermelhas. Tem uma representação muito grande na minha vida, não só como homem, mas como profissional. Foi aí que iniciei a minha carreira como jogador com 13 anos, que se prolongou para o futebol profissional. Tive depois a oportunidade de ir para um clube grande, o FC Porto. Depois, foi o Braga que me abriu portas para começar a minha carreira como treinador da formação. Estive cerca de 12 anos na formação, acumulando funções com adjunto da equipa principal de treinadores como o Manuel Cajuda, o Carlos Santos, o Vítor Oliveira ou o Jesualdo Ferreira. Cresci como pessoa ou homem. Em termos da essência do desporto, o Braga preenche muito do meu sentimento. Dizemos que os clubes não se trocam e eu nunca o troquei até hoje. É sempre o Braga, toda a gente o sabe. Vale o que vale em termos profissionais, mas em sentimentos é outra coisa», frisou, antes de falar no objetivo de treinar o clube.
«Na atual conjuntura é muito difícil. Não quero entrar em pormenores porque não quero dizer coisas que não são eticamente corretas. Que é um desejo e um sentimento, é inegável. Acho que esse timing já passou e na minha cabeça já não existe esse pensamento. Vou ao estádio como adepto e sócio, vejo muitos jogos e às vezes até jogos fora, mas só como adepto», admitiu António Conceição.
Lê toda a entrevista de António Conceição.

