O coproprietário do Chelsea, Todd Boehly, admitiu as dificuldades sentidas nos primeiros tempos à frente dos blues. O empresário norte-americano confessou não perceber de futebol.
Durante a conferência iConnections, Todd Boehly, detalhou a sua abordagem ao mercado de transferências no verão em que o clube mudou de mãos. Após a aquisição do Chelsea em maio de 2022, o norte-americano assumiu as rédeas do recrutamento, devido à saída de toda a equipa de gestão, recorrendo a uma lógica simples: seguir as movimentações dos rivais.
O dono dos blues explicou as circunstâncias que o levaram a investir 65 milhões em Cucurella:
«Tendo assumido o controlo nas circunstâncias em que o fizemos, basicamente toda a equipa de gestão saiu. Fiquei preso como diretor desportivo interino durante um verão, sem fazer a menor ideia do que tornava um jogador de futebol bom. Mas sabendo que, se o Man. City queria o Marc Cucurella, eu também o queria. Foi realmente simples assim», atirou.
O interesse da formação orientada por Pep Guardiola serviu, desta forma, como uma espécie de validação sobre a qualidade do jogador espanhol. O clube londrino acabou por superar a concorrência dos citizens, que não estavam dispostos a satisfazer as avultadas exigências financeiras do Brighton.
Após este período de transição inicial, a estrutura desportiva do Chelsea sofreu uma reformulação. O clube pôs fim à era em que o proprietário liderava o recrutamento direto, com a nomeação de Paul Winstanley e Laurence Stewart para os cargos de codiretores desportivos. A atual gestão foca-se agora numa estratégia de contratações baseada em dados analíticos e adequação tática.



