O Benfica venceu o FC Porto por 2-0 e conquistou a Taça de Portugal Feminina. Eis os cinco destaques do encontro jogado no Jamor.
Caroline Moller: Se é referência no Benfica por questões técnicas, com recursos praticamente infinitos no tratamento da bola, a avançada dinamarquesa foi destaque na final da Taça de Portugal Feminina pela forma astuta como se movimentou na área. Dois golos recheados de sentido de oportunidade a definir o rumo do jogo desde bem cedo na partida.
Nycole Raysla: Nenhuma das jogadoras do ataque do Benfica tem uma posição-base fixa, mas hoje foi a partir da esquerda, primeiro, e da direita, depois, que Nycole Raysla foi destaque encarnada. Num Benfica capaz de implementar o seu jogo e de ter a bola por longos períodos de tempo, o dinamismo da brasileira, quer no corredor, quer procurando terrenos centrais, foi fundamental na agressividade encarnada no último terço.
Catarina Amado: Exibição influente da lateral encarnada. Por várias vezes, procurou envolver-se no ataque e potenciar combinações através dos corredores, quer mais aberta, quer em terrenos interiores. Defensivamente, manteve o nível e foram vários os lances que, de forma simples e sem dar espaço a alaridos ou receios, resolveu.
Eliza Turner: Num jogo com um contexto sempre complicado para o FC Porto, muito mais habituado a dominar do que a ter de correr atrás da bola e com menor volume ofensivo, a média azul e branca foi fundamental para dar critério e presença ofensiva à sua equipa. É uma das jogadoras que, certamente, fará a transição para a Primeira Liga Feminina.
Recorde de assistência: Foram 22.258 os adeptos presentes no Estádio do Jamor. Casa bem cheia e à altura do jogo, num ambiente de muita festa e apoio às duas equipas. É o máximo de qualquer jogo disputado numa Taça de Portugal Feminina e mais uma página de história escrita a tinta dourada.



