Fernando Gomes reage e quer que a FPF conteste o pagamento de cerca de 2,6 milhões de euros à Segurança Social.
Fernando Gomes, ex-presidente da Federação Portuguesa de Futebol, quer que a FPF conteste o pagamento de cerca de 2,6 milhões de euros relativo aos contratos com a empresa Femacosa, depois da notificação da Segurança Social.
«Tendo a prestação de serviços sido já oficialmente reconhecida como lícita (mesmo não reconhecendo eficácia às sociedades comerciais para efeitos tributários), o entendimento da Segurança Social não tem a mínima correspondência com a realidade e a substância do que genuinamente foi contratado e praticado entre as partes», pode ler-se na declaração enviada à Lusa.
Na ótica de Fernando Gomes, as entidades que analisaram o processo acreditam que esteve em causa uma prestação de serviços e que «não existiu qualquer ilicitude na contratação da prestação de serviços através de sociedades comerciais». Nesse sentido, entende ainda que a tributação em IRS dos técnicos «deveria ser feita como se o pagamento da prestação de serviços lhes tivesse sido feito diretamente».

