Francesco Farioli responde ao Bola na Rede: «Por vezes chegámos tarde, outras vezes, os jogadores do Estoril foram realmente muito bons a rodar, a movimentar-se e a baixar»

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Francesco Farioli analisou a derrota do Estoril Praia diante do FC Porto. Técnico respondeu ao Bola na Rede em conferência de imprensa.

O FC Porto derrotou o Estoril Praia por 1-0 na 12.ª jornada da Primeira Liga. O Bola na Rede esteve presente no Estádio do Dragão e, no final do jogo, teve a possibilidade de colocar uma questão a Francesco Farioli, treinador dos dragões.

Lê também a pergunta e resposta a Ian Cathro, técnico dos estorilistas.

Bola na Rede: Hoje o Estoril Praia criou várias dificuldades ao FC Porto, sobretudo no corredor esquerdo, com o Rafik Guitane e com as diferentes unidades que foi projetando no processo ofensivo, desde os laterais ao próprio Holsgrove e Begraoui. Gostava de lhe perguntar o que pretendeu alterar ao intervalo e, por outro lado, qual é o segredo do FC Porto para, mesmo enfrentando essas dificuldades, respeitar o momento do adversário, controlar o resultado e chegar à vitória?

Francesco Farioli: Acho que hoje nos faltou um pouco de clareza e precisão na capacidade de chegar aos médio deles e de não conceder a oportunidade de eles se virarem para o jogo. Por vezes chegámos tarde, outras vezes, eles foram realmente muito bons a rodar, a movimentar-se e a baixar bastante. Nós sabíamos, antes do jogo, que este seria um dos cenários. Sabíamos que, recuperando a bola nessa zona, podíamos ser muito perigosos e marcámos um golo e tivemos quatro ou cinco outras ações que podiam ter dado em oportunidades claras, mas não conseguimos fechar o jogo. Mas claro, por outro lado, quando não recuperamos a bola, o espaço e o campo ficam maiores e eles têm jogadores com muita qualidade técnica, potência e frescura nas pernas para criar perigo. Como referiste, acho que, a certo ponto, também é importante respeitar o momento do jogo e o momento do adversário, especialmente quando jogamos um jogo deste tipo. É normal que não possamos ser sempre dominantes com bola ou, por vezes, até sem bola, no sentido de estar sempre à distância certa e capazes de recuperar todas as bolas. É preciso paciência para gerir esses momentos e tentar capitalizar as oportunidades que vão surgir no outro momento do jogo.

Rodrigo Lima
Rodrigo Limahttp://www.bolanarede.pt
Rodrigo é licenciado em Ciências da Comunicação e está a frequentar o mestrado em Gestão do Desporto. Trabalha na área do jornalismo desportivo, com particular interesse pela análise de futebol.

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