João Félix falou com os jornalistas durante esta segunda-feira, de maneira a lançar o Estados Unidos da América x Portugal.
João Félix falou com a imprensa durante esta segunda-feira, de forma a realizar a antevisão ao Estados Unidos da América x Portugal, jogo particular que se disputa a partir das 00h07 da madrugada de terça-feira para quarta-feira. O avançado do Al Nassr começou por refletir sobre o empate diante do México:
«Tivemos algumas dificuldades na finalização, não é normal. Temos que melhorar isso. Se defendermos bem, 99% dos jogos vamos ganhar, porque marcamos golo».
Questionado sobre o Mercedes-Benz Stadium, onde será disputado o encontro, referiu:
«Estive a ver lá fora o estádio, é incrível. Com o público lá, ainda vai ficar mais incrível. Pessoalmente gosto de jogar em estádios cheios, com grande ambiente. Espero jogar neste estádio».
O internacional português lembrou a experiência ao serviço do Chelsea, revelando que receou falhar a convocatória para o Mundial 2026:
«O tempo que estive no Chelsea foi fantástico, é um clube de topo e eu senti-me bem. Apenas saí para jogar com regularidade e agora estou feliz no Al Nassr, onde estamos a fazer uma época positiva e estamos perto de ser campeões. A mudança de projeto correu bem (…) Claro que tive medo. O Mundial joga-se de quatro em quatro anos e tu tens que ser regular para jogar. No Chelsea, isso não estava a acontecer».
De seguida, João Félix abordou os pontos a melhorar no próximo jogo:
«Temos que melhorar desde o último jogo a finalização. Não é normal. Também temos que melhorar a tranquilidade com a bola no campo do adversário. Sabemos que os Estados Unidos perderam 5-2, mas isso não significa muito do jogo. Na segunda parte houve uma quebra, os extremos da Bélgica esteve muito bem. Esse resultado não significa muito da equipa».
Relativamente ao ambiente que espera sentir na próxima terça-feira, referiu que espera um grande apoio dos adeptos portugueses:
«Acho que os americanos vivem mais outros desportos, o que não significa que não seja popular. Eu gosto de jogar em grandes ambientes e quero jogar aqui. Espero muita gente a apoiar a seleção».
O avançado do Al Nassr confessou não ser fã desta paragem internacional, admitindo algumas vantagens:
«Acho que é bom, especialmente se não estiveres tão bem no jogo. O treinador pode corrigir, realizar alterações. Ainda assim, não sou apologista desta paragem. Há regras que eu e os jogadores estamos de acordo, outras não. O futebol tem disso. Quando estás a ganhar e sair, perdes tempo. Isso é normal. Já se estás lesionado, que culpa tens nisso para ficares um minuto de fora? A UEFA e a FIFA decidem».
Por fim, mostrou-se confiante que Cristiano Ronaldo estará presente no Mundial, mas reforçou que a equipa é capaz de jogar sem o capitão:
«Seguramente ele vem ao Mundial. Mas preparamos sempre de igual maneira. Ele joga de 9 aqui, e com ele ou sem ele, atuamos da mesma maneira. Não fazemos nada diferente. Se joga outro 9, o mister vai pedir o mesmo que ao Cristiano. Vão sempre tentar ajudar. Mas se está o Cristiano, a probabilidade de marcarmos é elevada».

