José Mourinho analisou o desfecho do duelo da 24.ª jornada da Primeira Liga. O Gil Vicente recebeu o Benfica no Estádio Cidade de Barcelos.
José Mourinho fez o rescaldo do Gil Vicente x Benfica, disputado no Estádio Cidade de Barcelos. O encontro da 24.ª jornada da Primeira Liga terminou com o triunfo encarnado por 2-1 e o técnico das águas disse o seguinte:
«O Gil Vicente também joga e fez um jogo competente, como tem feito. Era jogo difícil contra uma equipa que quer ganhar, não quer empatar, mesmo contra os grandes. Jogo difícil. Tem razão quando fala dos primeiros minutos da segunda parte. Foram várias situações, saída imprevista do Aursnes, entrada do Enzo sem aquecer, acumulação de lançamentos e cantos, reposição rápida do Trubin perdida a meio-campo. É normal e reagimos ao golo do empate. O empate não era o resultado que nos satisfazia e empurrámos para trás até ao golo. Aí já não podia praticamente mexer, os médios já estavam em campo, o Rafa estava em dificuldades. Tememos que nos empurrassem para trás».
«Há equipas que têm condições humanas para ser mais fortes que as outras [nos cantos]. Não somos uma equipa de gigantes nem especialistas na execução. Os cantos são consequência do futebol ofensivo. Também temos um número significativo de penáltis e hoje devia ter sido mais um. O lance que antecede o nosso golo é penálti claro. Que o árbitro não tenha visto eu aceito, mas o VAR devia estar a beber um cafezinho porque não viu o penálti».
«Aursnes? Não sei se o vou ter ou não. Não tive tempo durante o jogo para fazer perguntas. É um jogador importante para nós. Metemos o Enzo e o Ríos, foram eles as primeiras escolhas numa parte da época, temos ainda o Manu, o Diogo Prioste. Se o Fredrik não jogar, uma ausência é uma janela de oportunidades».
«Obrigação em vencer o FC Porto? Obrigação é dar ao pedal como damos sempre, os jogadores darem tudo, mesmo com níveis de fadiga altos. É o nosso compromisso. Jogamos em casa um jogo desta importância. O nosso objetivo é ganhar, temos pela frente um jogo duríssimo».

