Publicidade

Luís Freire responde ao Bola na Rede: «Não é fácil estar a perder aqui 3-0 ao intervalo e ainda pensar em disputar o jogo»

Márcio Francisco Paiva · 1 min

Luís Freire
Foto: Carlos Silva / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Luís Freire esteve na conferência de imprensa de pós-jogo do Benfica x Rio Ave e respondeu ao Bola na Rede. O nosso site não teve direito a pergunta para Bruno Lage.

Luís Freire esteve na conferência de imprensa de pós-jogo do Benfica x Rio Ave e respondeu ao Bola na Rede. O nosso site não teve direito a pergunta para Bruno Lage.

Luís Freire respondeu ao Bola na Rede, na conferência de imprensa de pós-jogo do Benfica x Rio Ave. O técnico da equipa de Vila do Conde falou sobre o peso dos golos sofridos de forma prematura.

Eis a pergunta do Bola na Rede a Luís Freire:

Bola na Rede: Parece-me que os golos nos primeiros 15 minutos definem muito do que foi o jogo. Acredita que, num cenário hipotético, não sofrendo os golos tão cedo, a equipa do Rio Ave conseguiria lidar com este Benfica tão largo e profundo com Bah e Beste a esticarem a linha de cinco da sua equipa e a abrirem espaço no meio para Akturkoglu?

Luís Freire: Quando nós sofremos dois golos tão cedo no jogo, é difícil depois manter um equilíbrio emocional que nos permita disputar esse jogo, porque, por muito que não queiramos, o adversário está entusiasmado, o terceiro golo pode aparecer e fechar o jogo e a partir daí torna-se muito mais complicado. Nestes jogos, às vezes, o 2-0 também é perigoso e se fossemos para o intervalo com o 2-0 acredito que, falando ao intervalo, a nossa postura teria sido um pouco diferente, teríamos conseguido, com as alterações que fizemos, ter um pouco mais bola e procurar o nosso golo. O 3-0 mata completamente o jogo, não é fácil estar a perder aqui 3-0 ao intervalo e ainda pensar em disputar o jogo de uma forma extremamente competitiva. Mas, ainda assim, acho que conseguimos até uma determinada altura, mas depois não conseguimos. Mas, na perspetiva do Rio Ave, é muito mais importante a resposta a isto.

Márcio Francisco Paiva

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Benfica

2 anjos e 2 diabos convertidos | Benfica

O mundo não é transparente, preto e branco ou qualquer outra singularidade imutável. Como diria Bruno Nogueira no Último a Sair, "O mundo é bué cenas". E, fazendo uso da expressão, é a evolução, a mutação e o desenvolvimento dessas cenas o motor para a passagem dos dias não ser apenas isso. A sucessão de acontecimentos do Benfica funciona desta maneira. Nos últimos anos, sucederam-se treinadores, mudanças estruturais e conjunturais e mercados de transferência que, na sua sequência, levaram a que, ao dia de hoje, Andreas Schjelerup e Gianluca Prestianni sejam os grandes dínamos do futebol encarnado. Quando foram contratados, o norueguês em janeiro de 2023, o argentino um ano depois, não era propriamente surpreendente vislumbrar na dupla criativa o futuro das águias. Os meses - mesmo anos - seguintes deixaram algumas dúvidas e hesitações sobre o assunto, quase sempre mais pertinentes pela qualidade da aposta do que pela qualidade dos intérpretes, mas 2026 tem ajudado nos esclarecimentos. Já não é só o futuro que passa pela dupla criativa. O presente também o é. 

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.