Em entrevista aos meios do antigo clube, PSV, Luuk de Jong refletiu sobre a experiência no FC Porto e revelou que saiu por vontade própria.
Depois de uma época atormentada pela lesão grave sofrida logo no arranque, Luuk de Jong deixou o FC Porto como campeão nacional. Em entrevista aos meios do PSV, o avançado neerlandês começou por dar novidades sobre o atual estado do joelho:
«Sinto-me bem e o meu joelho também está bem. Estou na fase final da minha recuperação. Agora, aguardo com calma o que está para vir. (…) Isto também poderia ter acontecido no início da minha carreira, por isso talvez seja melhor que tenha acontecido agora».
Luuk de Jong falou também sobre o impacto que acabou por não conseguir ter durante a passagem pelo FC Porto:
«Foi uma pena ter-me lesionado, porque embarcas numa aventura e esperas ter impacto. Claro que não é o que se espera, embora eu tenha mantido uma atitude positiva. Fiquei junto da equipa para os apoiar no que podia».
De seguida, o avançado relembrou o momento em que recebeu o diagnóstico e garantiu que a lesão não ditará o final da sua carreira:
«Quando recebes o diagnóstico do médico, muita coisa te passa pela cabeça. Sabes que não vais jogar mais nessa época, mas a questão é também se vais recuperar bem e o que acontecerá depois. Não sinto que este seja o fim da minha carreira».
Luuk de Jong deixou também um agradecimento ao FC Porto pela forma como o apoiaram durante a recuperação, reconhecendo que se tratou de um processo difícil:
«Foram muito solidários e pensaram em conjunto comigo. Fui operado nos Países Baixos e, em cada consulta que tinha, um fisioterapeuta acompanhava-me. Isso foi muito bom. (…) Por ter sido longo, foi bastante difícil, mas como estava no clube e entre os colegas, foi mais fácil do que se estivesse num local externo».
Por fim, o internacional neerlandês revelou que os dragões estavam interessados na extensão do contrato, mas acabou por decidir que pretendia embarcar numa nova jornada:
«O FC Porto queria continuar. Foi uma bela aventura, mas devido à lesão também aproveitei o tempo para pensar. Também é bom estar em casa com a família e os amigos, e ver o que ainda está para vir. Todas as opções continuam em aberto».
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